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Coronavírus

Anvisa interrompe os testes da vacina Coronavac

Interrupção nos testes da vacina chinesa contra o coronavírus foi anunciada nesta segunda-feira (9) por conta de um evento adverso grave, segundo a Anvisa

Publicado em 09 de Novembro de 2020 às 23:20

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 nov 2020 às 23:20
Avanços na vacina da covid-19
Avanços na vacina da covid-19 Crédito: Miguel Noronha/Futura Press/Folhapress
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou na noite desta segunda-feira (9) que determinou a interrupção do estudo clínico da vacina chinesa contra o coronavírus, Coronavac, após a ocorrência de evento adverso grave.
Esse evento, ocorrido no dia 29 de outubro, foi comunicado à agência, que decidiu pausar o estudo para avaliar os dados e julgar sobre o risco/benefício da continuidade do estudo. Com a interrupção, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado.
Segundo a Anvisa, os eventos adversos graves são óbitos, incapacidade/invalidez persistente ou significativa, exigência de internação hospitalar do paciente ou prolonga internação, anomalia congênita ou defeito de nascimento e qualquer suspeita de transmissão de agente infeccioso por meio de um dispositivo médico.
A Coronavac, que é produzida pela chinesa Sinovac e será desenvolvida no Brasil pelo Instituto Butantan, em São Paulo, é a aposta do governador João Doria (PSDB) para controlar a pandemia e virou alvo de críticas por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), seu rival político.
O Instituto Butantan afirmou que foi surpreendido com a decisão da Anvisa e que está apurando em detalhes o que houve com o andamento dos estudos clínicos da Coronavac. O Butantan informa ainda que está à disposição da agência reguladora brasileira para prestar todos os esclarecimentos necessários referentes a qualquer evento adverso que os estudos clínicos podem ter apresentado até momento. Nesta terça (10), às 11h, haverá uma entrevista coletiva à imprensa na sede do instituto
Segundo a nota divulgada pela Anvisa, esse tipo de interrupção é prevista pelas normativas da Anvisa e faz parte dos procedimentos de Boas Práticas Clínicas esperadas para estudos clínicos conduzidos no Brasil.
"A Anvisa reitera que, segundo regulamentos nacionais e internacionais de Boas Práticas Clínicas, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes", afirma. "A Anvisa mantém o compromisso com o Estado brasileiro de atuar em prol dos interesses da saúde pública."
O acordo com o governo estadual de São Paulo prevê 46 milhões de doses vindas da China. O Butantan tem capacidade para produzir mais 60 milhões de doses até maio de 2021.

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