Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Anvisa dá aval à fábrica de insumos da vacina da Oxford
Imunização

Anvisa dá aval à fábrica de insumos da vacina da Oxford

A etapa finalizada é um dos pré-requisitos para a continuidade do processo de registro do imunizante contra o novo coronavírus no Brasil

Publicado em 24 de Dezembro de 2020 às 10:53

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 dez 2020 às 10:53
Anvisa aprova uso emergencial das vacinas para o combate à Covid-19
Anvisa aprova uso emergencial das vacinas para o combate à Covid-19 Crédito: Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress
Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) concedeu a certificação de boas práticas de fabricação à WuXi Biologics, responsável pela fabricação do Insumo farmacêutico ativo biológico da vacina desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e a Fundação Oswaldo Cruz.
Ministério da Saúde tem parceria com a empresa para produção do imunizante.
A etapa finalizada é um dos pré-requisitos para a continuidade do processo de registro vacina. A informação foi divulgada na noite desta quarta-feira (23) pelo governo federal.
Segundo o governo, após inspeção realizada de 7 a 11 de dezembro, a equipe técnica da Anvisa concluiu nesta quarta a avaliação técnica das informações complementares enviadas pela empresa.
A Anvisa já havia concedido, nesta semana, o certificado de boas práticas à Sinovac, empresa chinesa responsável pela Coronavac e parceira do Instituto Butantan, de São Paulo.
A Coronavac é a aposta do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para fornecer a vacina da Covid-19 à população paulista e tem estado no centro de uma disputa com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Bolsonaro trabalha abertamente contra campanha de imunização e já disse que o governo federal não iria adquirir vacina da China porque ela não traria segurança.
No entanto, a fabricante WuXi Biologics, que acaba de receber a certificação do governo Bolsonaro, também fica na China.
Uma resolução com a certificação foi publicada no Diário Oficial da União em edição extra nesta quarta. O ato pode antecipar, segundo o governo, em cerca de 10 dias a previsão inicial de publicação da decisão sobre a certificação.
Além de ser um dos pré-requisitos para a continuidade do registro da vacina, também é necessário para um eventual pedido de autorização de uso emergencial que venha a ser apresentado à agência reguladora. A certificação é válida por dois anos.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Lula
Soberania, memória e o futuro em disputa: Brasil precisa de um caminho, não de um atalho
Morre Guto Graça Mello, diretor musical e produtor, aos 78 anos
Morre Guto Graça Mello, diretor musical e produtor, aos 78 anos
Saúde é o principal problema do Espírito Santo, de acordo com pesquisa Quaest
Saúde é o principal problema do ES, de acordo com entrevistados pela Quaest

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados