Amazonas conseguiu oxigênio por 48h e suspende transferência de bebês

O Conass informou, em nota, que o Ministério da Saúde comunicou os estados sobre a solução parcial do problema com a chegada de novos tanques de oxigênio ao estado.

Publicado em 15/01/2021 às 19h00
Trabalhador chega com cilindro de oxigênio ao hospital Getúlio Vargas, em meio a surto de doença coronavírus (COVID-19) em Manaus, Brasil, 14 de janeiro de 2021. REUTERS / Bruno Kelly ORG XMIT: GGGRJO01
Trabalhador chega com cilindro de oxigênio ao hospital Getúlio Vargas, em meio a surto de doença coronavírus. Crédito: REUTERS/Bruno Kelly/AP

O Amazonas informou gestores que não vai mais precisar remover, de forma urgente, bebês recém-nascidos para outros estados, medida que havia sido considerada limite.

Um dos motivos alegados pela secretaria de Saúde do Amazonas é a chegada de oxigênio para o abastecimento pelas próximas 48 horas.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) informou, em nota, que o Ministério da Saúde comunicou os estados sobre a solução parcial do problema com a chegada de novos tanques de oxigênio ao estado.

"O Conass está atento e continuará no propósito de cooperar com Ministério da Saúde e com a Secretaria de Saúde do Amazonas na busca de soluções definitivas para a grave crise sanitária", afirmou.

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