Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • 'Abin paralela' sob Bolsonaro monitorou Moraes, Toffoli e Lira, diz PF
De forma ilegal

'Abin paralela' sob Bolsonaro monitorou Moraes, Toffoli e Lira, diz PF

Relatório de investigação cita ministros do STF, deputados, ex-governador e também jornalistas entre os alvos da agência

Publicado em 11 de Julho de 2024 às 14:29

Agência FolhaPress

Publicado em 

11 jul 2024 às 14:29
BRASÍLIA - Investigação da Polícia Federal afirma que a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) monitorou de forma ilegal no governo Jair Bolsonaro (PL) ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), parlamentares e jornalistas.
Segundo a PF, do STF foram monitorados os ministros Alexandre de Moraes, relator de apurações que miram bolsonaristas, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Dias Toffoli. A lista de alvos no Poder Legislativo inclui o atual presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e seu antecessor, Rodrigo Maia. Entre jornalistas, Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo, Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo, Luiza Alves Bandeira e Pedro Cesar Batista.
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, e o presidente da Câmara de Deputados, Arthur Lira
Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Arthur Lira: monitorados pela "Abin paralela" Crédito: STF/Divulgação
O relatório que fundamentou a fase da operação Última Milha, realizada nesta quinta-feira (11) pela PF, aponta ainda que pelo menos um ex-governador – João Doria (na época do PSDB, hoje sem partido) – e servidores do Ibama e da Receita também foram alvo dos monitoramentos.
A quarta fase da operação sobre a chamada Abin paralela prendeu agentes que trabalhavam diretamente para Alexandre Ramagem, atual deputado federal, pré-candidato do PL à Prefeitura do Rio de Janeiro e ligado ao vereador Carlos Bolsonaro (PL), que também é investigado.
A PF investiga se policiais lotados no CIN utilizaram o software de geolocalização e se produziram relatórios sobre ministros do STF e políticos adversários do ex-presidente.
O objetivo seria desarticular a Abin paralela, organização criminosa voltada ao monitoramento ilegal de autoridades públicas e à produção de notícias falsas, utilizando-se de sistemas da agência.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Por que Brasil 'cresceu' em novo mapa aprovado pela ONU
Cachorro de pelo claro
Proteja os pelos brancos do seu pet de danos solares e evite o amarelamento
Vista aérea do Porto de Vitória
De píeres a ciclovias: novas obras abraçam a baía de Vitória para transformar a Capital

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados