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ES Gás: desestatização é importante para o ambiente de negócios do setor no ES

A aprovação do projeto nesta sexta-feira (17) na Assembleia Legislativa é um indicativo de que o Estado, por meio dos seus Poderes e instituições, vem trabalhando no sentido de formar um ambiente favorável no setor

Publicado em 18/12/2021 às 02h02
ES Gás assumiu a concessão da distribuição de gás natural canalizado no dia 1º de agosto
ES Gás:  Findes entende que a venda da ES Gás para a iniciativa privada tende a trazer mais resultados para a infraestrutura . Crédito: ES Gás/Divulgação

Foi aprovado na manhã desta sexta-feira, pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo, o Projeto de Lei (PL) 802/2021, que autoriza o Executivo a desestatizar a Companhia de Gás do Espírito Santo (ES Gás), concessionária responsável pela exploração dos serviços de gás canalizado no Estado.

A aprovação da proposta é um importante passo para dar mais dinamismo ao setor, melhorar o ambiente de negócios, oferecer mais segurança jurídica, criar mais oportunidades de emprego e ajudar no crescimento do Estado.

Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) reconhece os esforços que vêm sendo empregados pela Assembleia Legislativa em temas que fortalecem a indústria e a economia capixaba e agradece o compromisso dos deputados estaduais com o desenvolvimento do Espírito Santo.

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A Findes entende que a venda da ES Gás para a iniciativa privada tende a trazer mais resultados para a infraestrutura do Estado. Esse será um potencial caminho para que a malha de gasodutos e a oferta do gás no Espírito Santo seja ampliada, qualificada e ofereça custos menores para os consumidores residenciais, comerciais e industriais.

O Estado já é um grande produtor de gás, o quarto maior do país, e atualmente produz mais do que consome. Aqui temos gasodutos e importantes plantas de processamento, mas ainda esbarramos no elevado custo dessa fonte energética, que é tão essencial para o desenvolvimento de uma indústria eficiente.

Por isso, cada vez mais, a Findes, em conjunto com outros atores, quer incentivar a participação de fornecedores alternativos nesse mercado de modo que a cadeia fique mais competitiva e agregue ainda mais valor.

A Federação batalha há anos para que esse setor possa avançar e especialmente oferecer condições mais competitivas para as nossas empresas. Além disso, o gás natural é uma matriz energética de transição rumo à energia limpa, ou seja, o estímulo à utilização dessa fonte é uma forma de incentivar a redução da emissão de gás carbônico na atmosfera.

Melhorar a infraestrutura nesse segmento e reduzir o preço do gás significa atrair mais investimentos, estimular a expansão de projetos que já estão no Estado, criar empregos, gerar mais oportunidades e renda, estimular uma fonte energética mais sustentável e contribuir para o desenvolvimento econômico e social no Espírito Santo.

Por isso, a aprovação do projeto nesta sexta-feira (17) na Assembleia Legislativa é um indicativo que o Estado, por meio dos seus Poderes e instituições, vem trabalhando no sentido de formar um ambiente favorável no setor.

A própria criação da Companhia, dentro das premissas do Novo Mercado de Gás, e o anúncio recente da interligação da rede de distribuição de Linhares ao gasoduto de transporte Cacimbas-Vitória são exemplos dessa busca por mais eficiência das operações.

Quanto mais aperfeiçoarmos a operação, aumentarmos a segurança jurídica e reduzirmos os custos operacionais relativos à compressão, ao transporte e à descompressão do gás natural, mais condições vamos criar para o desenvolvimento do Estado.

A Findes acredita que o Espírito Santo tem total condição de aproveitar ao máximo o potencial do novo mercado de gás e ser protagonista na utilização dessa fonte energética.

Este texto não traduz, necessariamente, a opinião de A Gazeta.

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