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Imunização contra a Covid-19

Pesquisa nos EUA: 27% permanecem hesitantes quanto à vacinação

Os principais motivos apontados por aqueles que não receberiam o imunizante são, entre outros, as preocupações com os possíveis efeitos colaterais (59%)

Publicado em 15 de Dezembro de 2020 às 16:11

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 dez 2020 às 16:11
Pfizer aponta que vacina contra a Covid-19 apresentou mais de 90% de eficácia na análise preliminar dos testes da fase três
Pfizer aponta que vacina contra a Covid-19 apresentou mais de 90% de eficácia na análise preliminar dos testes da fase três Crédito: Reuters/Folhapress
Uma pesquisa nos Estados Unidos aponta que 27% da população do país diz que "provavelmente ou definitivamente" não quer receber a vacina contra a covid-19, mesmo se ela estivesse disponível gratuitamente e fosse considerada segura pelos cientistas. O estudo foi feito pelo Monitor de Vacinas KFF COVID-19 - um projeto de pesquisa que acompanha a percepção do público quanto aos imunizantes.
Os principais motivos apontados por aqueles que não receberiam o imunizante são as preocupações com os possíveis efeitos colaterais (59%), a falta de confiança no governo para garantir sua segurança e eficácia (55%), preocupações com o fato do imunizante ser muito novo (53%) e dúvidas com o papel da política no processo de desenvolvimento (51%).
O levantamento apontou, contudo, que cresceu o porcentual de americanos que estão dispostos a receber a vacina, passando de 63% a 71%.
Os Estados Unidos iniciaram ontem, 14, a aplicação do imunizante da Pfizer e da BioNTech, após autorização de emergência concedida pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês). É esperado que as autoridades também aprovem o uso emergencial da vacina Moderna ainda nesta semana, segundo o New York Times e a CNN.
O país acumula 16.545.465 casos confirmados de covid-19 e 301 264 mortes relacionadas à doença, segundo levantamento da universidade norte-americana Johns Hopkins.

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