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Campanha Eleitoral

Em discurso, Trump comemora alta das bolsas mesmo com 'praga chinesa'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a se referir deste modo à pandemia da Covid-19, o que Pequim considera xenofóbico

Publicado em 20 de Agosto de 2020 às 18:10

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 ago 2020 às 18:10
Donald Trump
Atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Crédito: Brazil Photo Press/Folhapress
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou nesta quinta-feira (20), o fato de que as bolsas de Nova York têm atingido máximas históricas recentes, mesmo diante da "praga chinesa". Trump voltou a se referir deste modo à pandemia da covid-19, o que Pequim considera xenofóbico.
Ele deu as declarações durante discurso em Old Forge, na Pensilvânia, Estado importante na corrida eleitoral.
Em sua fala, o presidente dos Estados Unidos defendeu o "grande trabalho" feito por seu governo no combate à pandemia, criticando autoridades estaduais locais que demorariam muito para reabrir a economia. "Agora temos uma bela recuperação em V", argumentou, defendendo seu legado para incentivar investimentos, por exemplo, no setor de energia.
Trump fez várias críticas sobre seu rival na disputa pela reeleição, o ex-vice-presidente Joe Biden.
O presidente diz que o concorrente é "lento" e apoia plataformas que serão negativas para a economia americana, como pautas ambientais. Trump disse que deixou o Acordo de Paris pois seria ruim para seu país. "Nós estamos finalmente colocando os EUA em primeiro lugar", afirmou.
O líder americano ainda elogiou o presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, ao dizer que o país vizinho faz "um bom trabalho" para conter a imigração na fronteira.
"Biden quer abrir as fronteiras no meio de uma pandemia", afirmou Trump em nova crítica ao rival, novamente defendendo o muro na fronteira sul.
Na política externa, ele também argumentou que foi importante deixar o acordo multilateral nuclear com o Irã. Segundo Trump, o pacto era "um show de horror".

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