Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Mundo
  • Bolsas de NY fecham em queda, com declarações do Fed e tensões EUA-China
Mercado Financeiro

Bolsas de NY fecham em queda, com declarações do Fed e tensões EUA-China

Com os investidores atentos aos índices do dia, mesmo um pregão positivo para a Boeing não impediu a queda dos índices acionários

Publicado em 21 de Maio de 2020 às 18:12

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 mai 2020 às 18:12
Bolsa de valores
O índice Dow Jones registrou recuo de 0,41%, em 24.474,12 pontos, o Nasdaq caiu 0,97%, a 9.284,88 pontos, Crédito: Pixabay
As bolsas de Nova York fecharam em baixa, com investidores atentos a indicadores, a discursos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e também ao aumento das tensões entre Estados Unidos e China. Com isso, mesmo um pregão positivo para a Boeing não impediu a queda dos índices acionários.
O índice Dow Jones registrou recuo de 0,41%, em 24.474,12 pontos, o Nasdaq caiu 0,97%, a 9.284,88 pontos, e o S&P 500 teve queda de 0,78%, a 2.948,51 pontos.
Ainda antes da abertura, os índices futuros caíam, mas reduziram o movimento após a divulgação dos pedidos de auxílio-desemprego que, apesar de continuarem a mostrar um quadro negativo no mercado de trabalho dos EUA, vieram em linha com a expectativa dos analistas.
Pela manhã, os índices operaram um período no azul. Entre as ações em foco, Boeing chegou a subir mais de 7%, após a RBC Capital prever reação no preço do papel. Boeing fechou em alta de 4,26%, ajudando a reduzir as perdas do Dow Jones. Já nos setores de tecnologia e serviços de comunicação, Amazon recuou 2,05%, após o preço da ação chegar a bater recorde intraday, Alphabet caiu 0,17%, Microsoft fechou em baixa de 1,20%, enquanto Facebook foi na contramão da maioria e subiu 0,62%.
Entre os dirigentes do Fed, o presidente da distrital de Nova York, John Williams, previu "alguns meses de dificuldade pela frente", enquanto à tarde o presidente do Fed, Jerome Powell, destacou a desaceleração "sem precedentes" na era moderna da economia americana, embora os dirigentes também tenham reafirmado seu papel para apoiar o quadro.
Na arena política, senadores dos EUA propuseram projeto para impor sanções contra autoridades da China por causa de Hong Kong - Pequim ameaça reforçar o controle sobre a ex-colônia britânica, que considera uma questão de política interna. Alguns analistas temem que as tensões recentes entre as potências atrapalhem a retomada do comércio global após a pandemia e também que a China possa se mostrar mais assertiva ante Washington em breve.
A Capital Economics destaca em relatório que as ações globais têm avançado nos dois últimos meses, mesmo em meio a dados muito ruins, argumentando que "a história sugere que o mercado acionário muitas vezes reage bem antes da economia".
Amparada em análises das 14 recessões dos EUA desde 1928, a consultoria afirma que na maioria dos casos as ações no país continuaram a obter grandes ganhos "mesmo nos estágios iniciais de uma recuperação econômica", com isso a Capital Economics acredita que o rali nas ações pode prosseguir.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Projeto aprovado na Câmara proíbe postos de cobrar por calibragem de pneu em Cariacica
Temporal com granizo surpreende moradores de Ecoporanga
Chuva de granizo surpreende moradores da zona rural de Ecoporanga
Imagem de destaque
Idosa de 81 anos é derrubada e tem cordão roubado em Vila Velha; vídeo

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados