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Biden quer 200 milhões de vacinas aplicadas até o fim de abril nos EUA

A mudança acontece após a meta anterior, de 100 milhões de doses, ter sido alcançada no último dia 18, 42 dias antes do final do prazo inicial

Publicado em 25/03/2021 às 15h55
Atualizado em 25/03/2021 às 15h55
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa durante a cerimônia   de sua posse realizada no Capitólio, em  Washington (DC), nesta quarta-feira (20). Biden se tornou o   46º presidente a assumir o comando do país
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. Crédito: PATRICK SEMANSKY/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, dobrou a meta de vacinação contra o coronavírus em seus primeiros cem dias no cargo. Em sua primeira entrevista coletiva como líder da Casa Branca, o democrata informou que o objetivo do governo, agora, é aplicar 200 milhões de doses no período, que termina no fim de abril.

A mudança acontece após a meta anterior, de 100 milhões de doses, ter sido alcançada no último dia 18, 42 dias antes do final do prazo inicial. "Fui eleito para resolver problemas e o mais urgente neste momento é a covid-19", afirmou, acrescentando que poderá focar em outras questões daqui para frente, como imigração e armamento.

Biden informou ainda que, até agora, foram feitos 100 milhões de pagamentos a americanos no âmbito do pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão sancionado neste mês. Segundo ele, a legislação levou muitos economistas a elevarem as previsões para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, com projeções superiores a 6%.

O presidente ressaltou que a aprovação do projeto ocorreu a despeito de dúvidas de críticos, que diziam que isso não seria possível sem votos da oposição. "Os republicanos terão que decidir se querem trabalhar juntos ou seguir com a divisão", criticou.

Em meio ao avanço do número de imigrantes na fronteira com o México, o líder americano responsabilizou seu antecessor, Donald Trump, pela situação.

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