Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Futebol
  • CBF cria comissão de combate ao racismo e à violência no futebol
Medidas necessárias

CBF cria comissão de combate ao racismo e à violência no futebol

Comissão criada pela entidade máxima do futebol brasileiro é formada por 46 membros que representam mais de 30 entidades, entre elas a Fifa, Conmebol, federações estaduais, clubes e o Ministério Público

Publicado em 13 de Outubro de 2022 às 12:54

Agência Estado

Publicado em 

13 out 2022 às 12:54
Sede da CBF, no Rio de Janeiro
Sede da CBF, no Rio de Janeiro Crédito: Lucas Figueiredo
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) instituiu a criação de uma comissão para combater o racismo e a violência no futebol. O Grupo de Trabalho (GT) é formado por 46 membros, que representam mais de 30 entidades, entre elas a Fifa, Conmebol, federações estaduais, clubes e o Ministério Público. Os atletas são representados pelo ex-goleiro Aranha.
Uma portaria assinada por Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, o GT irá "discutir os aspectos legais e operacionais relacionados ao aprimoramento do marco regulatório, das políticas públicas e dos procedimentos desportivos", além da coordenação de ações no enfrentamento do racismo e da violência. A primeira reunião será no dia 1º de novembro, às 10h, por videoconferência, sob coordenação do gerente de projetos Ricardo Leão. Todos os times das séries A, B, C e D foram notificados.
O compromisso foi firmado pela CBF e pelas federações no "Manifesto em favor da vida e do futebol brasileiro". Em agosto, a entidade máxima do futebol brasileiro lançou a campanha "Por um futebol e uma sociedade antirracista", com a realização de um seminário sobre o tema, no mesmo mês, na sede do órgão, no Rio de Janeiro.
Durante o evento, Ednaldo Rodrigues propôs a perda de um ponto na tabela de classificação para cada caso de racismo envolvendo os times a partir do próximo ano. "Sou negro, nordestino, e sei o que é enfrentar preconceito na vida", afirmou Ednaldo. "Não há mais espaço para racistas no século 21", disse na ocasião.
Alessandro Barcellos, presidente do Internacional e membro da comissão, afirma que o tema deve ser tratado como prioridade não apenas no esporte, mas na nossa sociedade como um todo. Ele conta que o clube, pioneiro ao incluir uma cláusula antidiscriminação nos contratos de trabalho de jogadores, está satisfeito com o prosseguimento do projeto.
"Entendemos que isso é uma tendência em várias organizações, e no futebol não seria diferente. Temos demonstrado preocupação e interesse em crescer cada vez mais como instituição ao trazer com bastante intensidade projetos voltados para a inclusão e diversidade, sempre de forma democrática, envolvendo nossos consulados e torcedores em geral", explica Barcellos.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Esquiva Falcão
1ª Edição do Esquiva Fight reúne atletas capixabas em busca de novos talentos do boxe
Chocolates Garoto
Garoto leva produtores de cacau do ES para caixas de bombom
O Leapmotor B10 Ultra-Híbrido traz a mesma tecnologia de extensão de autonomia vista no C10
Versão híbrida do Leapmotor B10 chega ao ES com autonomia de 900 km

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.