Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Esportes
  • Jogadores da NBA se reúnem com papa Francisco para discutir justiça social
No Vaticano

Jogadores da NBA se reúnem com papa Francisco para discutir justiça social

O encontro foi realizado a pedido do líder da Igreja Católica e teve como tema o trabalho realizado pelos atletas na luta por justiça social nos Estados Unidos

Publicado em 23 de Novembro de 2020 às 17:31

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 nov 2020 às 17:31
Papa Francisco recebeu jogadores da NBA em Roma
Papa Francisco recebeu jogadores da NBA em Roma Crédito: Vatican Media
Uma delegação com cinco jogadores da NBA se reuniu nesta segunda-feira (23) com o papa Francisco, no Vaticano. O encontro foi realizado a pedido do líder da Igreja Católica e teve como tema o trabalho realizado pelos atletas na luta por justiça social nos Estados Unidos.
Estiveram com o pontífice Kyle Korver, Sterling Brown, Jonathan Isaac, Anthony Tolliver e Marco Belinelli. Eles foram a Roma acompanhados da executiva da NBPA (associação dos jogadores da NBA), Michele Roberts, e de outros dois dirigentes da entidade, Sherrie Deans e Matteo Zuretti.
A reunião no Palácio Apostólico ocorreu a partir de uma solicitação do papa, que entrou em contato com a NBPA na semana passada. Ele queria saber mais sobre as atitudes recentes dos jogadores para pôr a justiça social na pauta e os planos para manter viva a discussão.
"Estamos extremamente honrados em ter esta oportunidade de vir ao Vaticano e dividir nossas experiências com o papa Francisco. A abertura dele e a disposição em discutir esses assuntos foi inspiradora, uma lembrança de que nosso trabalho teve um impacto global e deve continuar", afirmou Korver.
A última temporada da NBA foi marcada por mensagens sociais e pela posição firme dos atletas. Paralisada por quase cinco meses por causa da pandemia, a edição 2019/20 do campeonato foi retomada com a condição de que a plataforma da liga fosse usada para apresentar essas mensagens.
Enquanto a disputa estava parada, ocorreu o assassinato do negro George Floyd, prensado pelo joelho de um policial branco. Quando o torneio voltou, as quadras estavam pintadas com a inscrição "vidas negras importam". Essa e outras frases ligadas ao tema passaram a ocupar o espaço geralmente reservado ao nome dos atletas nos uniformes.
Durante a retomada, no entanto, houve outro caso de brutalidade policial contra um negro nos Estados Unidos, os sete tiros nas costas de Jacob Blake. Os jogadores, então, chegaram a organizar um boicote e ameaçaram abandonar a competição. Só toparam voltar sob uma série de condições, entre elas uma campanha de acesso ao voto, que não é obrigatório nos Estados Unidos.
O boicote foi iniciado por jogadores do Milwaukee Bucks e seguido pelos demais times, que já estavam disputando os playoffs. Brown e Korver, que se reuniram com o papa, estavam no grupo dos Bucks que realizou o protesto -o movimento ganhou repercussão e se espalhou por outras ligas.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Indígena da Aldeia Boa Esperança
Turismo étnico no ES: quatro aldeias para conhecer em Aracruz
Exposição em Aracruz convida o Público a reflitir sobre o Meio Ambiente
Imagem de destaque
Tarot semanal: previsão para os signos de 04 a 10 de maio de 2026

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados