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Flamengo sofre empate no fim contra Del Valle em noite de drama e VAR

Apesar do resultado, o clube rubro-negro foi assombrado por uma contusão de Bruno Henrique, que se chocou com o goleiro no lance do gol

Publicado em 20/02/2020 às 05h45
Atualizado em 20/02/2020 às 05h46
Bruno Henrique machucou a perna no lance do gol contra o Independiente. Crédito: Alexandre Vidal/Flamengo
Bruno Henrique machucou a perna no lance do gol contra o Independiente. Crédito: Alexandre Vidal/Flamengo

No jogo de ida da Recopa Sul-Americana, Flamengo e Independiente del Valle empataram nesta quarta-feira (19) por 2 a 2 no estádio Atahualpa, em Quito. De falta, Murillo abriu o placar para os equatorianos, mas Bruno Henrique empatou. A virada veio com Pedro, que marcou aos 40min do segundo tempo. De pênalti, Pellerano deixou tudo igual aos 45. O Flamengo ainda teve a anulação de um gol confirmada pelo VAR.

Apesar do resultado, o clube rubro-negro foi assombrado por uma contusão de Bruno Henrique, que se chocou com o goleiro no lance do gol. Após o choque, o atacante foi substituído e deixou o estádio de ambulância. Rodrigo Caio também deixou o campo contundido. As equipes decidem a taça no próximo dia 26 e o Fla joga por vitória simples.

Além dos 2.800 metros de altitude, os rubro-negros encararam um adversário organizado e que foi superior na maior parte do duelo. Em um dia no qual as coisas estiveram longe de sair bem, o Fla traz para casa um resultado valioso e fica perto do troféu.

O atacante Bruno Henrique foi o jogador mais lúcido do Flamengo no jogo de ida da Recopa. Sem Gabigol, Bruno perdeu sua principal referência e teve de mudar um pouco seu estilo de jogo habitual. Mesmo um pouco mais distante do lado esquerdo, ele marcou um gol posteriormente anulado, incomodou os zagueiros e assustou Pinos. Aos 21 minutos da etapa final, ele recebeu passe de Arrascaeta e marcou. Na conclusão, o rubro-negro se chocou com Pinos e deixou o campo de maca, preocupando a comissão técnica e jogadores.

O técnico Jorge Jesus optou pela entrada do Diego em Quito, mas a estratégia não funcionou. Sem Gabigol, suspenso, o Mister apostou na cadência do camisa 10, que não cumpriu a missão de reter a bola. Como consequência, o Fla ainda perdeu sua força pelos lados do campo.

A simples ausência de Gabigol, somada aos 2.800 metros de altitude de Quito, transformou por completo o Flamengo. Muito longe de ser aquele rubro-negro envolvente e que se impõe nas partidas. A entrada de Vitinho tornou a equipe mais ofensiva, mas as muitas atuações individuais abaixo da média quase foram fatais.

Os equatorianos não se apavoraram com os campeões da Libertadores e construíram suas ações na base do toque de bola. A equipe achou espaços entre as linhas do Flamengo e soube neutralizar o rival na hora de se defender e soube aproveitar os espaços deixados por um adversário que esteve longe de seus melhores dias.

Aos 26min do primeiro tempo, Bruno Henrique recebeu uma bola esticada de Arrascaeta, driblou o goleiro Pinos e marcou. O auxiliar marcou impedimento e o lance foi para a checagem do VAR. Após quatro minutos de espera, Leodan González mandou o jogo seguir e confirmou o gol invalidado.

De falta, Torres superou Diego Alves e abriu a contagem aos 19 minutos. Na sequência, Bruno Henrique marcou, o assistente anulou e o árbitro de vídeo confirmou a marcação de campo. Aos 21 do segundo tempo, Bruno Henrique marcou. Aos 40, Pedro virou. Aos 45, Pellerano, de pênalti, deixou tudo igual.

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