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Durante a pandemia

Ferj se isenta sobre possível volta de público a estádios do Rio de Janeiro

A federação não determinou datas para a volta de torcidas aos estádios. No entanto, como participou da retomada de partidas, foi chamada a ajudar na avaliação de um protocolo, disse o presidente

Publicado em 21 de Setembro de 2020 às 17:16

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 set 2020 às 17:16
Flamengo venceu o Bangu no retorno do Carioca em um triste Maracanã
Flamengo em um jogo sem público no Maracanã Crédito: Alexandre Vidal/Flamengo
A possibilidade de o jogo Flamengo x Athletico, em 4 de outubro, pelo Campeonato Brasileiro, contar com torcida foi apenas a sugestão de um teste. Pelo menos, foi o que afirmou nesta segunda (21) o presidente da Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), Rubens Lopes, em entrevista à CNN Brasil.
De acordo com o dirigente, a Ferj não determinou datas para a volta de torcidas aos estádios. No entanto, como participou da retomada de partidas oficiais, que haviam sido paralisadas no começo do ano em decorrência da pandemia do novo coronavírus, foi chamada a ajudar na avaliação de um protocolo de retorno dos torcedores.
"Foi elaborado (para o Campeonato Carioca) o chamado Protocolo Jogo Seguro, que no Rio de Janeiro se mostrou eficaz. As atividades de retorno aos treinamentos aconteceram com segurança, com nenhuma intercorrência. O retorno da competição sem público aconteceu também sem nenhuma intercorrência. Em função disso, fomos solicitados a estender esse estudo", argumentou Lopes.
O dirigente lembrou ainda a autonomia de autoridades sanitárias estaduais e municipais para medidas como a liberação da volta de torcedores a estádios. Segundo ele, o que foi feito foi apresentar as regras adotadas no Campeonato Carioca à Prefeitura do Rio, para que se avaliasse o que poderia ser feito para um retorno.
"O que fizemos foi apenas um estudo técnico, de operação de jogo, de como este protocolo pode ser empregado em um experimento piloto, utilizando-se o Maracanã, pelas condições que o Maracanã permite setorizar tudo isso", afirmou Rubens Lopes -que, no entanto, demonstrou confiança em uma possível volta dos torcedores ao Maracanã.
"Eu garanto, em contraponto àqueles que dizem que não é possível, que existe uma biossegurança. Existe um risco muito menor que qualquer outra atividade que está sendo desenvolvida", completou.

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