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Direção municipal

Sem quórum, convenção do MDB de Cariacica não elege diretório

Evento também elegeria delegados aptos a votar na eleição estadual da sigla, que está marcada para o próximo dia 16 de fevereiro

Publicado em 08 de Fevereiro de 2020 às 21:12

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 fev 2020 às 21:12
Convenção do MDB de Cariacica não alcançou quórum necessário para eleger o diretório e delegados Crédito: Divulgação/MDB
A convenção municipal do MDB de Cariacica, convocada para este sábado (8) para a eleição do diretório municipal, delegados para a convenção estadual e comissão de ética, terminou sem eleger uma chapa por falta de quórum. Era preciso que pelo menos 136 filiados comparecessem para votar, mas só compareceram 64 pessoas.
Assim, os seis delegados do MDB de Cariacica por enquanto não participarão da convenção estadual do partido, com direito a voto, no próximo dia 16 de fevereiro. A chapa que disputou a presidência do MDB de Cariacica era encabeçada por Artur César de Freitas, que é do grupo de Lelo Coimbra. A falta de quórum para elegê-lo foi tida como uma derrota para Lelo na eleição estadual.
Para o pleito estadual, dois grupos disputam o comando do partido. Um é o do presidente interino Lelo Coimbra (MDB), que tem como aliada a ex-deputada Luzia Toledo (MDB), e o outro é o de Marcelino Fraga (MDB), que conta com o apoio do deputado estadual José Esmeraldo (MDB).
Convenção do MDB de Cariacica Crédito: Divulgação/MDB
Como a eleição de Cariacica não foi definida, Artur ficará no comando municipal da legenda de forma interina, até que seja marcada uma nova convenção.
O presidente anterior do MDB de Cariacica era o vereador Edson Nogueira.
Por enquanto, além de Cariacica, os municípios de Vitória, Iúna e Guaçuí estão sem delegados nomeados para votar na convenção.

ELEIÇÃO SUSPENSA

A eleição de Vitória ocorreria neste domingo (9), mas foi suspensa por decisão judicial. havia uma única chapa inscrita para a disputa, encabeçada por Luzia Toledo. Mas José Esmeraldo foi à Justiça para suspender a disputa, alegando não ter tido tempo suficiente para a montagem de uma chapa adversária.
Luzia está interinamente à frente do partido em Vitória há seis meses, enquanto uma nova eleição não é realizada.

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