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Eleições 2020

Evitar santinhos e apertos de mão: o que diz a regra no ES para a campanha eleitoral

Nota técnica publicada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), na terça-feira (3), traz normas para a campanha eleitoral de 2020 no Estado, seguidas por resolução do Tribunal Regional Eleitoral
Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 nov 2020 às 12:48

Publicado em 06 de Novembro de 2020 às 12:48

Eventos de campanha eleições municipais 2020
Eventos de campanha registraram aglomeração nas eleições municipais de 2020 Crédito: Reprodução/Instagram
Evitar santinhos, abraços e apertos de mão. É o que orienta uma nota técnica publicada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) na terça-feira (3), com medidas de prevenção ao novo coronavírus. As regras devem ser adotadas por candidatos e aliados deles na campanha eleitoral no Espírito Santo. Na nota, a pasta reforçou a proibição de comícios e passeatas em todo o Estado.
impedimento de atos que gerem aglomeração foi acompanhado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES), em resolução divulgada nesta quinta-feira (6). Veja as regras abaixo.
Desde o início da campanha, pelo menos cinco candidatos a prefeito na Grande Vitória se infectaram: Fabrício Gandini (Cidadania), em Vitória; Sandro Locutor (PROS) e Subtenente Assis (PTB), em Cariacica; e Max Filho (PSDB) e Neucimar Fraga (PSD), em Vila Velha. Aliados de candidatos também foram contaminados pela Covid-19.
No documento, a Secretaria de Saúde afirma que deve-se evitar a distribuição de material impresso de campanha, como os chamados "santinhos". Caso essa distribuição ocorra, a Sesa orienta que quem estiver entregando o papel deve utilizar, além da máscara, face shield (escudo facial, um visor transparente) e ter álcool em gel 70% para realizar constantemente a higiene das mãos. Os técnicos da Sesa também destacaram que não é recomendado contato físico entre as pessoas, como aperto de mão e abraços.
A nota técnica alerta ainda que não é indicada a retirada da máscara mesmo nos momentos de discursos e para tirar fotos com apoiadores, o que vem ocorrendo em inúmeros eventos de campanha na Grande Vitória e no interior do Estado.
O documento também traz recomendações específicas para comitês de campanha e outros ambientes fechados utilizados para qualquer atividade eleitoral. De acordo com a Sesa, nesses espaços, é necessário limitar o número de pessoas para evitar aglomerações e para que seja possível manter o distanciamento físico mínimo de 1,5 m. Cadeiras e bancos de uso coletivo devem ser demarcados de forma a garantir que as pessoas se acomodem nos locais indicados e mantenham o afastamento umas das outras.

VEJA AS PRINCIPAIS REGRAS 

PESSOAS COM SINTOMAS GRIPAIS

A nota técnica da Sesa reforça a proibição da realização de comícios, passeatas, caminhadas coletivas e similares em todo o Espírito Santo. É recomendável a realização de eventos alternativos que evitem aglomerações, tais como eventos virtuais e em formato drive-in (sem sair do carro).
Deve-se evitar a distribuição de material impresso. Quando realizada, além de máscara de proteção, a pessoa que está distribuindo os "santinhos" deve utilizar protetor facial (face shield) e dispor de álcool em gel 70% para realizar constantemente a higiene das mãos.
De acordo com as orientações da Sesa, não é recomendado contato físico entre as pessoas, o que inclui aperto de mãos e abraços.
A utilização de máscara de proteção deve ser obrigatória em todos os atos e eventos de campanha eleitoral presenciais. Além da máscara, é recomendável o uso de protetor facial (face shield) em atos presenciais em que haja aproximação a menos de 1,5m, tais como colaboradores que realizam a entrega de material impresso. Durante atividades presenciais não é recomendado a retirada da máscara para a realização de discursos, para fotos e similares.
É recomendável evitar o compartilhamento de objetos. No entanto, quando necessário o compartilhamento de equipamentos, como microfones, telefones, fones, teclados, mouse e outros, deverão ser higienizados a cada utilização por pessoas diferentes.
As equipes devem definir estratégias para limitar o número de pessoas, com o objetivo de se evitar aglomerações e para que seja possível manter o distanciamento físico mínimo de 1,5 m nos comitês de campanha. Cadeiras e bancos de uso coletivo devem ser reorganizados e demarcados de forma a garantir que as pessoas se acomodem nos locais indicados e mantenham o afastamento.
As campanhas precisam orientar apoiadores para que, caso estejam com sintomas gripais, não participem de eventos de campanha e não frequentem os comitês. As equipes também devem proibir o acesso aos locais de pessoas que não estejam utilizando máscara de proteção.

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