Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Esgoto

Assembleia do ES mantém veto do governo à isenção de taxa para igrejas

Veto do governador Renato Casagrande foi mantido por não ter sido atingido o número mínimo de votos exigidos para barrar a decisão

Publicado em 21 de Junho de 2023 às 17:35

Ednalva Andrade

Publicado em 

21 jun 2023 às 17:35
Durante a sessão híbrida da Assembleia Legislativa do Espírito Santo desta quarta-feira (21), os deputados mantiveram o veto do governador Renato Casagrande (PSB) ao projeto que garantia isenção do pagamento de taxa de esgoto a templos religiosos de qualquer denominação em todo o território capixaba. A votação ocorreu em clima tenso, com a oposição garantindo maioria de votos em plenário, mas em quantidade insuficiente para derrubar o veto.
O texto poderia beneficiar pelo menos 3.785 imóveis classificados como igrejas ou templos religiosos do Estado nos 53 municípios atendidos pela Companhia Espírito-Santense de Abastecimento (Cesan).
O deputado Vandinho Leite (PSDB) e outros parlamentares protestaram contra veto a texto que isentava templos religiosos da cobrança de taxa de esgoto
Vandinho Leite e outros deputados protestaram contra veto a texto Crédito: Ellen Campanharo/Ales
A votação do veto ocorreu sob protestos do autor da proposta, deputado Vandinho Leite (PSDB), e de outros parlamentares que fazem oposição ao governo na Assembleia Legislativa, como o deputado Coronel Weliton (PTB) e a bancada do PL.
Vandinho questionou o argumento da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que embasou o veto do governador, de que a matéria ultrapassa a prerrogativa de legislar dos municípios. Para o autor do projeto, na maioria das cidades capixabas, o saneamento básico é estadualizado, mesmo em casos de concessão. "A Procuradoria-Geral do Estado errou nesse ponto”, disse o deputado.
Assembleia do ES mantém veto do governo à isenção de taxa para igrejas
Do outro lado, o líder do governo na Casa, Dary Pagung (PSB), defendeu a manutenção do veto na Comissão de Justiça.
Em um placar apertado, foram registrados no plenário 10 votos a favor do veto e 12 votos contra. Mesmo com mais votos pela derrubada do veto, não foi suficiente para garantir o texto aprovado pelos deputados no início de maio. Isso porque a legislação exige 16 votos, no mínimo, para derrubar um veto.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Por que os ricos britânicos estão vivendo com saúde cada vez mais que os pobres?
Imagem de destaque
Os planos de Renan Santos para roubar votos de Flávio Bolsonaro: 'Sou o candidato da direita'
Trabalhador da indústria
Brasil, o país do futuro. Mas que futuro?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados