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Prejuízo milionário

Trio é preso por clonar cartão para vender pneus e fazer delivery de drogas

As prisões dos jovens de 23, 24 e 29 anos ocorreram dentro do galpão onde eram armazenados pneus e as drogas e em um hotel localizado na Serra
Mikaella Mozer

Publicado em 

22 dez 2023 às 21:11

Publicado em 22 de Dezembro de 2023 às 21:11

Trio é preso por clonar cartão para vender pneus e fazer delivery de drogas
Material apreendido pela polícia com os suspeitos Crédito: Polícia Civil
Três homens de 23, 24 e 29 anos foram presos por suspeita de financiar o tráfico de drogas com dinheiro de venda de pneus comprados com cartões clonados. Segundo a Polícia Civil (PC), a venda de drogas não era feita de forma tradicional, em bocas de fumo, mas em forma de "delivery", com o produto sendo levado até o local desejado pelo comprador.
As prisões ocorreram na terça-feira (19) dentro do galpão onde eram armazenados os pneus e as drogas. Lá, um jovem de 23 anos foi preso em flagrante. Os outros dois foram encontrados em um hotel localizado na Serra na quinta-feira (21). As prisões foram anunciadas nesta sexta-feira (22).
Trio é preso por clonar cartão para vender pneus e fazer delivery de drogas
“O que nos chamou atenção é que, com os criminosos, no momento da prisão, encontramos uma caixa térmica de uma empresa que entrega alimentos, com hambúrgueres bem embalados. Eles falaram que se disfarçam de entregador”, contou o delegado da PC, Gabriel Monteiro.
Conforme apuração do repórter Vinicius Colini, da TV Gazeta, a organização criminosa atuava em três frentes:   
  • Primeiro: eles clonavam cartão de crédito com dados das vítimas disponíveis na internet
  • Segundo: usavam o cartão clonado para comprar pneus de uma loja multinacional do Rio Grande do Sul que tem estabelecimento também na Grande Vitória. 
  • Terceiro: com o estoque cheio, eles começaram a vender os pneus por valores muito abaixo do mercado, com até 50% de desconto; com o dinheiro arrecadado, compravam as drogas para revender.
A PC informou que o grupo fez 170 compras em seis meses e deu um prejuízo de cerca de R$ 1 milhão para a empresa que revende pneus. Isso porque eles passavam o cartão de forma parcelada, mas os valores eram estornados pelas administradores dos cartões por identificarem a fraude.
“Alguns pneus chegavam a custar R$ 5 mil. Agora vamos investigar quem comprava, pois era um valor muito abaixo do mercado e essas pessoas podem responder por receptação dolosa”, contou o delegado.
De acordo com a corporação, os três devem responder por estelionato qualificado, tráfico de drogas e organização.

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