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Crime em Cachoeiro

Tio é condenado a 29 anos de prisão por estuprar e matar sobrinha no ES

Rubinei Onhas de Almeida foi preso em julho de 2020 acusado de estuprar, matar e esconder o corpo de Thaína Eleutério Feuchard, de 20 anos
Beatriz Caliman

Publicado em 

30 set 2022 às 12:31

Publicado em 30 de Setembro de 2022 às 12:31

Thayná Eleutério Feuchard, de 20 anos, foi morta no dia 11 de junho
Thaína Eleutério Feuchard, de 20 anos, foi morta no dia 11 de junho de 2020 Crédito: Reprodução | Redes sociais
Rubinei Onhas de Almeida, acusado de estuprar, matar e esconder o corpo da sobrinha Thaína Eleutério Feuchard, de 20 anos, em junho de 2020, em Cachoeiro de Itapemirim, foi condenado a 29 anos de prisão. O caso foi a júri popular nesta quinta-feira (29).
O julgamento aconteceu no Fórum Desembargador Horta de Araújo, em Cachoeiro. Na sentença, o juiz Bernardo Fajardo Lima condenou o acusado a pena de 29 anos, sete meses e seis dias de reclusão em regime fechado por estupro, homicídio e ocultação do cadáver.
O magistrado também negou a Rubinei Onhas de Almeida o direito de responder pelos crimes em liberdade por se tratar de pena superior a 15 anos e ser crime praticado mediante violência.

RELEMBRE O CRIME

O crime aconteceu no dia 11 de junho de 2020. Thaína Eleutério Feuchard, que na época tinha 20 anos, foi encontrada morta por asfixia. O corpo dela foi encontrado no Rio Itapemirim, na localidade de Monte Líbano, interior do município. Ela ficou desaparecida por três dias. Uma pessoa passou pelo local, viu o corpo e acionou a polícia.
O tio da vítima, Rubinei Onhas de Almeida, foi preso no mês seguinte, em 15 de julho, quando saía da casa da irmã no bairro São Lucas, em Cachoeiro de Itapemirim. À Polícia Civil, ele disse na ocasião que mantinha relações sexuais com a vítima, mas negou ter matado a jovem. Os exames periciais, porém, revelaram que Thaína foi morta por asfixia e teria sido abusada sexualmente pelo tio.
Segundo a Secretaria de Estado da Justiça do Espírito Santo (Sejus), Rubinei Onhas de Almeida está preso no Centro de Detenção Provisória da Serra.
A reportagem procurou a defesa de Rubinei Onhas de Almeida que disse que, "em respeito aos parentes da vítima e de igual modo aos parentes réu, prefere se resguardar, em relação a qualquer posicionamento, seja, processual ou material da decisão".

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