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Publicado em 1 de dezembro de 2024 às 13:48
- Atualizado há um ano
Após o assassinato a tiros de dois homens dentro de um carro em Iriri, balneário de Anchieta, Litoral Sul do Espírito Santo, na noite de sábado (30), drogas, cadernos de anotações sobre o tráfico de drogas e uma arma de fogo foram apreendidos na casa onde estaria morando uma das vítimas, na cidade vizinha, Piúma. >
Segundo registro policial, os militares faziam buscas para prender os autores do crime em Anchieta quando receberam a informação, por meio do serviço de inteligência, que no bairro Jardim Maily, em Piúma, morava Douglas Oliveira da Silva, 26 anos, uma das vítimas do assassinato e que era suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas na região. >
No local, a polícia observou um carro se aproximando do portão do imóvel e duas mulheres teriam saído, questionando crianças que brincavam na rua se havia alguém na casa. A polícia observou que elas subiram as escadas e desceram rapidamente. O carro deu diversas voltas pelas ruas do bairro. >
Mais tarde, a polícia voltou ao local e se deparou novamente com o veículo suspeito em frente ao imóvel. Ao perceberem a presença policial, o veículo com as três mulheres saiu, porém, foi parado e houve a abordagem. >
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Aos policiais, as três mulheres no carro negaram conhecer os homens mortos em Anchieta, afirmaram ter entrado naquela rua por engano e que estavam procurando um local para se divertir. Elas também negaram ter passado por outras vezes na rua e muito menos, desembarcado do veículo. Porém, imagens obtidas de câmeras de segurança na rua, segundo a polícia, comprovam que elas passaram no local no mínimo duas vezes.>
Com o apoio do cão farejador, o imóvel foi inspecionado, com a permissão do dono do imóvel, que estava alugado há poucos meses para Douglas Oliveira da Silva. No local foram localizados: uma arma de fogo longa, tipo semi industrial de calibre 9 milímetros; uma porção de cocaína; crack; dois aparelhos celulares; pinos vazios para embalo de cocaína; sachês de uma substância identificada como “Melzinho do Amor” e três cadernos com anotações do tráfico. >
As mulheres, segundo a polícia, foram conduzidas para prestar esclarecimentos na Delegacia Regional de Itapemirim. A corporação informou que as três mulheres, de 19, 27 e 29 anos, foram ouvidas e liberadas, já que a autoridade policial não identificou elementos suficientes para realizar a prisão em flagrante naquele momento. >
A arma apreendida será encaminhada para o Departamento de Balística Forense, da Polícia Científica (PCIES), juntamente com as munições. As drogas apreendidas serão encaminhadas para o Laboratório de Química Forense, da Polícia Científica (PCIES), para serem analisadas e, posteriormente, incineradas.>
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