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Em Guarapari

PF faz operação contra a extração ilegal de areia no Parque Paulo César Vinha

Suspeitos atuavam de forma profissional e organizada, no período noturno, com vigias para evitar a fiscalização

Publicado em 13 de Maio de 2025 às 09:49

Júlia Afonso

Publicado em 

13 mai 2025 às 09:49
Polícia Federal foi às ruas, na manhã desta terça-feira (13), para combater a extração ilegal de areia na Zona de Amortecimento do Parque Estadual Paulo César Vinha, em Guarapari. Segundo as investigações, os suspeitos atuavam de forma profissional e organizada, no período noturno. Para evitar a ação da fiscalização, utilizavam vigias e armazenavam a areia em depósitos dentro do bairro.
A ação desta terça, nomeada Operação Village, contou com 36 policiais federais para cumprimento de oito mandados de busca e apreensão. Os envolvidos no esquema podem responder por extração ilegal de recursos minerais, dano à Unidade de Conservação, usurpação de patrimônio da União e associação criminosa, com penas que, somadas, podem chegar a 14 anos de prisão.
Quem comercializa a areia extraída de forma ilegal também pode responder pela usurpação de patrimônio da União e associação criminosa. 

Operação Ampulheta

Fase ostensiva da “Operação Ampulheta”, nesta quinta-feira (08)
Fase ostensiva da “Operação Ampulheta”, no último dia 8 Crédito: Divulgação MPES
No último dia 8, o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) realizou a Operação Ampulheta, que mirou suspeitos de envolvimento em crimes ambientais em áreas de preservação do Espírito Santo. A ação aconteceu nos municípios de Guarapari e Vila Velha, e apurava ocupações irregulares, grilagem de terras e outras ações ilegais na região do Parque Estadual Paulo César Vinha e na Área de Proteção Ambiental (APA) de Setiba.
A investigação apontou a atuação de uma organização criminosa voltada à exploração indevida do solo urbano, com uso desordenado da terra e crescimento de atividades ilegais. Entre as condutas apuradas estão também a intimidação de fiscais ambientais por parte de suspeitos que estariam lucrando com a ocupação da área protegida.

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