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Na cadeia

Padrasto que disse que enteada engravidou após usar toalha é preso no ES

O caso causou comoção na cidade, em dezembro do ano passado, quando a adolescente teve a criança; prisão ocorreu na última terça (20)

Publicado em 21 de Fevereiro de 2024 às 11:55

Beatriz Caliman

Publicado em 

21 fev 2024 às 11:55
Padrasto foi preso na terça-feira (20)
O padrastro foi preso na última terça-feira (20), e encaminhado para um presídio de Vila Velha Crédito: Polícia Civil
Um homem, de 41 anos, suspeito de estuprar e engravidar a enteada de 12 anos, foi preso na terça-feira (20), em uma cidade do Sul do Espírito Santo. Segundo a Polícia Civil, ele foi preso em cumprimento de um mandado de prisão. O caso gerou comoção na cidade, em dezembro do ano passado, quando a criança nasceu e o padrasto alegar que a menina engravidou por ela usar a tolha dele. O município onde ocorreu a prisão não foi citado para preservar à identidade da adolescente e da criança.
Segundo informações da polícia, o Núcleo Especializado de Atendimento a Mulher do município onde o caso ocorreu, com investigadores locais, realizaram uma operação para dar cumprimento ao mandado de prisão preventiva ao suspeito, pela prática do crime de estupro de vulnerável qualificado.
Os policiais prenderam o suspeito onde ele residia com sua companheira, mãe da vítima. Ao delegado, o suspeito disse que a causa da gravidez da enteada seria o fato da adolescente utilizar suas roupas íntimas.
Segundo o delegado Daniel Correia, a Polícia Civil trabalhou com extrema cautela e sigilo, para preservar as provas do crime. “O vasto conjunto probatório colhido espanca qualquer dúvida em relação à autoria delitiva, ressaltando, inclusive, que o neonato foi submetido a teste de DNA, oportunidade em que foi confirmada a paternidade do suspeito”, afirmou.
O homem foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Xuri, em Vila Velha.

O caso

Um inquérito da Polícia Civil foi instaurado para investigar o caso de uma adolescente de 12 anos que deu à luz um bebê no dia 24 de dezembro. A Polícia Militar informou que questionados, a mãe e o padrasto da menina afirmaram que a gestação se originou pelo fato dela ter usado uma toalha do homem. No entanto, havia suspeita de estupro de vulnerável.
Os militares fizeram perguntas ao casal sobre como foi praticada a conjunção carnal ou outro ato libidinoso que resultou na gravidez da menina. O homem e a mulher disseram que a gestação se originou pelo fato dela ter usado uma toalha do padrasto. Eles também afirmaram que a menina tinha o costume de usar as cuecas do homem e que não tinham conhecimento da gravidez, porém a menina sempre reclamava de dores.

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