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Mulher queimada pelo ex no ES tem Instagram invadido

"Anunciam cama, televisão, sofá", comentou Marciane Pereira. Segundo ela, pessoas tiveram prejuízos de R$ 800, R$ 300 e R$ 250

Tempo de leitura: 2min
Marciane Pereira dos Santos
Marciane Pereira dos Santos, vítima de um ataque hacker e de violência doméstica. Crédito: Vitor Jubini

Marciane Pereira dos Santos, que em 8 de setembro de 2018 teve o corpo queimado pelo ex-marido, contou a reportagem de A Gazeta que foi vítima de um ataque hacker no dia 26 de novembro. A conta pessoal do Instagram dela foi invadida e utilizada para divulgação de anúncios falsos. Marciane, que é moradora da Serra, trabalhava como diarista antes de sofrer violência doméstica. Ela perdeu uma perna e teve várias queimaduras na pele.

Marciane Pereira dos Santos
Marciane Pereira dos Santos sofreu um ataque hacker em seu perfil pessoal no Instagram. Crédito: Vitor Jubini

GOLPES

As pessoas que se sensibilizam com a vida de Marciane buscam por alternativas a fim de ajudar a diarista. Portanto, os anúncios realizados no seu perfil pessoal chamaram a atenção dos seguidores. Apesar disso, não era Marciane realizando as divulgações. "Usam meu nome, falam que me conhece", conta.

Segundo ela, o golpe que vem sendo aplicado é relacionado a venda de produtos domésticos.  "Anunciam cama, televisão, sofá".

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Em meio a essa situação, três pessoas caíram nos anúncios falsos. Marciane relatou que as vítimas tiveram prejuízos de R$ 800, R$ 300 e R$ 250. Ela ainda afirmou que outras pessoas só não perderam seu dinheiro, pois buscaram averiguar a venda dos materiais.

Um boletim de ocorrência foi registrado nesta quinta-feira (2), a fim de resguardar Marciane Pereira. Apesar disso, a diarista segue sem o domínio de sua conta no Instagram. 

ALERTA

O caso serve de alerta a todos os usuários das redes sociais. É importante realizar uma análise prévia do que está sendo vendido, contatar o vendedor para confirmar que o anúncio é real e se precaver, em relação aos dados, para que eles possam ficar resguardados.

Em casos como esse, procure a delegacia mais próxima e registre um boletim de ocorrência. Além disso, é possível acessar a página da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos para fazer a denúncia.

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