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Preso em Guarapari

Líder do PCC que atua em região alvo de ataques em Vila Velha é preso

Marcelo Diniz Alves, de 49 anos, foi encontrado em casa; ele estava foragido desde dezembro de 2024
Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 abr 2026 às 15:22

Publicado em 15 de Abril de 2026 às 15:22

Marcelo Diniz Alves, de 49 anos, é líder do PCC e foi preso em Guarapari
Marcelo Diniz Alves, de 49 anos, foi preso em Guarapari Divulgação | Polícia Civil

O líder da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) na região 5 de Vila Velha foi preso na manhã desta quarta-feira (15), no bairro Recanto da Sereia, em Guarapari. Contra o homem de 49 anos, identificado como Marcelo Diniz Alves, havia um mandado de prisão por homicídio e latrocínio. 


Segundo a Polícia Civil, ele estava foragido do sistema prisional desde dezembro de 2024. A região 5, também conhecida como Grande Terra Vermelha, onde o chefe da organização criminosa atuava, é cenário de ataques a tiros desde julho de 2025. 


Desde então, ao menos 13 pessoas morreram e diversas ficaram feridas. No ano passado, o então comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Douglas Caus, explicou que os tiroteios aconteciam por disputa de território entre facções criminosas, incluindo o PCC, Primeiro Comando de Vitória e Terceiro Comando Puro. 


Além da prisão, a corporação apreendeu uma pistola calibre 9mm, um carregador com capacidade para 17 munições, 16 munições do mesmo calibre, um aparelho celular e um caderno. Ele assumiu a posse de todo o material e entregou o celular.


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No dia 13 de abril a liderança de outra facção, o PCV, que também controla parte do território da região 5, foi enviado a um presídio federal. O traficante Cleuton Gomes Pereira, o Frajola, deixou o Espírito Santo nesse dia, por volta das 9 horas. 


A área de atuação do grupo dele,  a Região 5 de Vila Velha, reúne mais de 20 bairros e tem sido alvo de ataques na disputa com rivais do tráfico de drogas desde o ano passado, com várias vítimas. No dia 1º de fevereiro deste ano, além de um ônibus incendidado, houve troca de tiros sem um alvo específico, ferindo quem passasse pela rua.


A informação foi publicada com exclusividade pela na colunista Vilmara Fernandes, de A Gazeta. A transferência para a Penitenciária Federal em Porto Velho (PFPV) foi autorizada pela 7ª Vara Criminal de Vila Velha, com anuência da Justiça Federal de Rondônia. Atendeu também ao pedido do Ministério Público do Espírito Santo (MPES), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). 

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