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No Materno Infantil

Homem é preso por crimes de racismo e homofobia dentro de hospital na Serra

O caso aconteceu na manhã de quinta-feira (21), no Pronto Atendimento Pediátrico, anexo ao hospital no bairro de Laranjeiras
Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 mar 2024 às 11:05

Publicado em 22 de Março de 2024 às 11:05

Um homem, de 47 anos, foi preso após fazer comentários racistas e homofóbicos a um técnico de enfermagem, de 28 anos, no Pronto Atendimento Pediátrico, anexo ao Hospital Materno Infantil de Serra, que fica no bairro de Laranjeiras. O caso aconteceu na quinta-feira (21).
Conforme informações do boletim de ocorrência da Polícia Militar, policiais foram acionados porque uma pessoa estaria causando dano ao patrimônio público. No local, constataram que, na verdade, o que estava ocorrendo era um crime contra um funcionário público.
A vítima contou que o suspeito dizia, a todo tempo, que a filha dele não seria atendida por funcionário “negro e viado”, que não entendia o porquê no local com tantas mulheres e, justamente o enfermeiro, atenderia a menina. O homem ainda afirmou que nunca deixaria um “viado” atendê-la.
O suspeito ainda empurrou o técnico e o ameaçou com uma braçadeira de coleta de sangue. Os policiais tentaram conversar com o agressor, que se negou a falar com os agentes, dizendo que só se posicionaria sobre o caso com um delegado.
Vista aérea do Hospital Materno Infantil, importante centro de saúde da Serra
O caso de homofobia e racismo ocorreu no PA Pediátrico do Hospital Materno Infantil da Serra Crédito: Prefeitura da Serra/Divulgação
Ele foi encaminhado a Delegacia Regional da Serra, onde acabou autuado em flagrante por injúria racial e incitar ou induzir a prática de discriminação, ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O homem foi encaminhado para o Centro de Triagem de Viana (CTV).
Procurada, a Prefeitura da Serra informou que a direção da Santa Casa de Chavantes - responsável pela gestão da Unidade de Pronto Atendimento Pediátrico - ficou estarrecida e esclareceu que o colaborador recebeu toda assistência e não teve ferimentos graves.
“Não admitimos nenhum tipo de violência, descriminação ou conduta abusiva com os profissionais e/ou pacientes. Daremos total apoio e testemunho para as autoridades e reafirmamos nosso compromisso com a igualdade, respeito à diversidade racial, cultural, de gênero e crença”, disse por meio de nota.

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