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Sesa orienta uso de luvas e máscaras em salões de beleza no ES

O subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, afirmou que esse e outros cuidados devem ser observados por proprietários e clientes desses estabelecimentos

Publicado em 06/04/2020 às 09h52
Atualizado em 06/04/2020 às 13h22
Salão Kadi na Praia do Canto. A dona de casa Rebeca Nicolau aproveitou a abertura do salão hoje para cuidar dos cabelos.
Salão Kadi na Praia do Canto. A dona de casa Rebeca Nicolau aproveitou a abertura do salão hoje para cuidar dos cabelos. . Crédito: Carlos Alberto Silva

Usar máscaras e luvas. Essa é uma das orientações da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para profissionais de salões de beleza, que estão autorizados a abrir de acordo com o governo estadual mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus. Em entrevista ao Bom Dia Espírito Santo, da TV Gazeta, o subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, afirmou que esse e outros cuidados devem ser observados por proprietários e clientes desses estabelecimentos.

Segundo Reblin, uma série de recomendações devem ser seguidas, como evitar aglomerações e esterilizar todo o equipamento a ser utilizado. Além desses cuidados, a utilização de máscara e luvas, tanto pelo profissional quanto pelos clientes, ajuda a evitar a transmissão da doença.

“O profissional geralmente está de luva. E utilizando essa luva corretamente com a técnica estabelecida, e uma luva para cada cliente, depois descartando de maneira adequada, a gente reduz muito a possibilidade de transmissão da doença. Além disso, usar a máscara que é uma questão que está sendo muito difundida a nível mundial”, disse.

Evitar a aglomeração é outra medida básica e reforçada pelo subsecretário. Atendimentos agendados e realizados de forma isolada são os indicados pela Sesa.

“Esse espaço não deve ter aglomeração. Então, que o profissional faça a sua agenda já marcada previamente e que haja um cliente apenas por loja. Esse tipo de estabelecimento já tem uma regra bem definida anteriormente, que é de esterilização de materiais, o cuidado com a higiene pessoal do profissional, e a higiene do cliente. Então, adotando todos esses critérios, a gente diminui bastante a transmissão da doença nesse caso”, afirmou.

DISTÂNCIA

O infectologista Lauro Ferreira Pinto afirmou que o uso de máscaras e luvas pode ser uma alternativa desde que seja mantida uma distância entre as pessoas e que a higiene e demais cuidados estejam sendo tomados.

“Será que para voltar o salão é preciso que a funcionária e a pessoa que está fazendo o cabelo tenham a máscara? Talvez seja uma alternativa desde que você tenha distância, desde que esteja lavando a mão e tomando todos os cuidados”, reforçou.

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