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Covid-19

Coronavírus no ES: governo garante itens de proteção até fim da pandemia

Médicos e enfermeiros já relataram a falta de equipamentos, como máscaras e óculos, mas Sesa diz que rede pública estará abastecida enquanto durar crise

Publicado em 03 de Abril de 2020 às 07:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 abr 2020 às 07:00
Data: 12/03/2020 - Médico com placa do coronavírus alerta para a doença. Freepik
Luvas e máscaras fazem parte dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais da saúde Crédito: Freepik
Com o mundo inteiro querendo comprar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais de saúde, a preocupação com o desabastecimento é grande. No Espírito Santo, médicos e enfermeiros já relataram o problema, e temem que a situação se agrave com a disseminação do novo coronavírus (Covid-19). A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) assegura que na rede pública haverá material - máscaras, luvas, óculos, aventais - em quantidade suficiente para todos enquanto durar a pandemia. 
Luiz Carlos Reblin, subsecretário de Vigilância em Saúde e coordenador do Centro de Operações Estratégicas (COE) da Sesa,  reconhece que a falta de material é uma preocupação, mas aponta que a rede estadual tem hoje uma boa cobertura. Nos municípios, quando há intermitência, geralmente a secretaria dá um suporte. Além disso, o governo está em um processo de compra que, segundo ele, será em volume capaz de suprir a demanda.
Na quarta-feira (01), o governador Renato Casagrande anunciou a aquisição de milhares de itens que serão distribuídos aos municípios ainda neste mês. Na lista, entre outros materiais, 63 mil máscaras profissionais e 1 milhão de luvas para os trabalhadores, além de 210 mil litros de álcool em gel e 150 mil litros de sabonete em espuma para abastecimento das unidades de saúde. 
"Nosso comitê de logística está trabalhando para que tenha nível de abastecimento para a pandemia como um todo", frisa Reblin, acrescentando que as aquisições poderão ser feitas no Brasil ou no exterior, sempre respeitando as produções que seguem as regras para garantir a eficácia do produto. "Não podemos usar equipamentos artesanais", conclui.

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