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Coronavírus

Margareth Dalcolmo: médica capixaba referência em Covid-19 está com a doença

Uma das pneumologistas mais experientes do país, que possui um vasto e importante trabalho na área, a pesquisadora está no início dos sintomas e em isolamento

Publicado em 12 de Maio de 2020 às 10:17

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 mai 2020 às 10:17
Margareth Dalcolmo, pneumologista capixaba
Margareth Dalcolmo, pneumologista capixaba Crédito: Acervo Pessoal
Uma das referências sobre o novo coronavírus no Brasil, a médica capixaba e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Margareth Dalcolmo, foi diagnosticada com a Covid-19. Uma das pneumologistas mais experientes do país, que possui um vasto e importante trabalho na área, Margareth está no início dos sintomas e em isolamento.
A reportagem de A Gazeta entrou em contato com a médica, que confirmou estar com a doença. No entanto, quem falou mais sobre a condição da especialista foi a irmã e jornalista Beth Dalcolmo. Segundo Beth, Margareth está no início dos sintomas e respeitando o isolamento social em casa.
Margareth Dalcolmo - médica capixaba referência em Covid-19 está com a doença
“Ela está no começo dos sintomas. Está em casa, no isolamento. A gente está rezando muito para que nada se complique, nada se agrave, que ela passe por isso de forma branda”, disse.
Desde o início da pandemia, a capixaba, que é referência no tratamento de doenças respiratórias no país, vem realizando diversas participações em programas de TV e na imprensa em geral, trazendo informações sobre a Covid-19.
O Ministro Luiz Henrique Mandetta e a pneumologista capixaba Margareth Dalcolmo
O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta e a pneumologista capixaba Margareth Dalcolmo Crédito: Divulgação
A irmã Beth falou sobre como é acompanhar um familiar acometido pela doença. Segundo ela, é “cruel” não poder cuidar de quem gosta pela exigência do distanciamento social. Mas disse estar na torcida pela recuperação da médica, para que ela volte a fazer o que mais gosta, que é “cuidar de gente”.
"Pra gente que fica longe é uma doença tão cruel, do ponto de vista de que a gente não pode estar perto e cuidar de quem a gente ama. A gente fica de longe nessa angústia. Mas na torcida e rezando para ela ficar boa logo, porque ela é muito contributiva, generosa. E que ela volte à ativa, volte a cuidar e fazer o que ela gosta, que é cuidar de gente"
Beth Dalcolmo - Jornalista e irmã da médica Margareth Dalcolmo

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