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Ipê vira árvore símbolo de Venda Nova do Imigrante, no ES

Legislação também define o dia 21 de agosto para homenagear o ipê, entre outras medidas. Prefeitura pretende plantar mais 3 mil novas mudas até 2024 e criar um bosque

Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 22/09/2021 às 18h32
Ipê vira árvore símbolo de Venda Nova do Imigrante
Ipê vira árvore símbolo de Venda Nova do Imigrante. Crédito: Montagem| A Gazeta

O ipê agora é a árvore símbolo de Venda Nova do Imigrante, na Região Serrana do Espírito Santo, graças a um projeto de lei — de autoria da prefeitura — que foi aprovado pela Câmara Municipal nesta terça-feira (21), Dia da Árvore.

As árvores que embelezam os canteiros no Centro de Venda Nova durante a florada — de julho a setembro — ganharam uma data no calendário do município para serem homenageadas: dia 21 de agosto. Além disso, foi criado o programa “Venda Nova do Imigrante - Cidade dos Ipês”.

Segundo a prefeitura, o objetivo do projeto é estimular a arborização urbana do município, o plantio de ipês, realizar doação de mudas e priorizar o uso da espécie em projetos paisagísticos da cidade. 

O secretário Municipal de Meio Ambiente, Maxuel Bestete, ressalta que a pasta realizou os estudos necessários para implantação do projeto. "Essas árvores têm grande resistência a intempéries e pragas, além de possuírem sistema radicular pouco agressivo que permite serem plantadas nas calçadas ou zonas rurais”, explica. 

A lei proíbe o corte de ipês em todo o município, exceto em casos de extrema necessidade pública e em situações que possam oferecer riscos à saúde humana e ao patrimônio público ou privado.

O prefeito, João Paulo Mineti, declarou que o ipê reúne as três vertentes da beleza vendanovense: natural, histórica e cultural.  “Venda Nova ficará ainda mais bonita e arborizada com esse projeto. Nossa meta é plantar mais 3 mil novas mudas de ipês até 2024 e também criar um bosque, onde moradores e turistas poderão vivenciar uma experiência diferenciada durante o período da florada”. 

A prefeitura ainda destaca que a árvore — nativa da Mata Atlântica e da região das montanhas capixabas — foi utilizada na estrutura e em partes fundamentais das casas dos primeiros imigrantes italianos que chegaram à região. 

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