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Fiscalização

Duas toneladas de camarão são jogadas no lixo em Cachoeiro de Itapemirim

Descarte ocorreu após carga ser apreendida por fiscais do Idaf na cidade de Bom Jesus do Norte, que fica divisa do Espírito Santo com o Rio de Janeiro
Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 ago 2020 às 20:44

Publicado em 22 de Agosto de 2020 às 20:44

Camarão é descartado em lixão Cachoeiro de Itapemirim
Camarão é descartado em lixão Cachoeiro de Itapemirim Crédito: Internauta / WhatsApp
Duas toneladas de camarão rosa foram parar em um lixão localizado no município de Cachoeiro de Itapemirim, na região Sul capixaba. O descarte ocorreu após a carga ser apreendida por fiscais do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), no posto do órgão que fica em  Bom Jesus do Norte, divisa do Espírito Santo com o Rio de Janeiro.
De acordo com informações divulgadas pela assessoria do Idaf, a apreensão foi realizada na última terça-feira (18) durante uma fiscalização que identificou um carregamento irregular de camarão. A mercadoria, que seria originada de um polo comercial de Santa Catarina, estava sem registros de comercialização e do Serviço de Inspeção Oficial da Federação. 
O Idaf destacou que foram seguidos os procedimentos estabelecidos em norma. "Para esse tipo de ocorrência, a legislação determina apreensão e destruição da carga, além de multa", reforçou. 
O órgão esclareceu que o produto de origem animal deve, de forma obrigatória, ser processado em estabelecimento registrado junto ao Serviço de Inspeção Oficial. "Vale ressaltar que o estabelecimento que vai receber os produtos também deve ser registrado conforme as normas prescritas", completou. 
A fiscalização desses locais, de acordo com o Idaf,  é baseado em normas, padrões de higiene e leis, que têm como intuito principal eliminar ou minimizar riscos de contaminação durante a industrialização e manipulação dos alimentos. "Essas normas são a fundamentais para se evitar contaminação por microrganismos, toxinas, parasitas, substâncias químicas ou outros agentes prejudiciais e nocivos à saúde do homem", explicou. 
A reportagem tentou entrar em contato com o proprietário da carga apreendida em Bom Jesus do Norte, no entanto, até a publicação desta matéria, não teve retorno. 

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