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"Uma amizade construída"

Aposentada serve jantar para coletores de lixo em Cachoeiro

Para fazer a boa ação, Maria Elizabete Medina conta com a ajuda de toda a família e dos amigos. A refeição é servida três vezes por semana em frente à casa dela

Publicado em 18 de Junho de 2021 às 13:17

Bruna Hemerly

Publicado em 

18 jun 2021 às 13:17
Para fazer a boa ação, Maria Elizabete Medina conta com a ajuda de toda a família e amigos. A refeição é servida todas as terças, quintas e sábado
Aposentada serve jantar para coletores de lixo que passam na sua rua em Cachoeiro Crédito: Reprodução/TV Gazeta Sul
Uma aposentada de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, tem feito a diferença na vida dos coletores de lixo que trabalham na rua dela, no bairro Recanto. Toda terça e quinta e também aos sábados ela serve uma refeição para os profissionais em frente a sua casa.
Para fazer a boa ação, Tia Bete, como é chamada pelos coletores, conta com a ajuda de toda família e dos vizinhos que já se envolveram no processo de arrecadar os alimentos e prepará-los para servir. Todas as refeições, que variam entre caldo, lanche ou outros pratos, são sempre servidas quentinhas.
A ideia de servir uma refeição aos coletores de lixo surgiu há mais de cinco anos e, segundo Elizabete, faz mais bem a ela do que aos profissionais que recebem. “Um dia eu vi eles passando e pensei que poderia oferecer uma comida quentinha, porque eles começam a trabalhar às 17h e passam aqui já tarde correndo para limpar tudo. É uma alegria. Uma amizade construída. É mais presente pra mim do que pra eles. Muito gratificante”, disse.
Para fazer a boa ação, Maria Elizabete Medina conta com a ajuda de toda a família e amigos. A refeição é servida todas as terças, quintas e sábado
Aposentada serve jantar para coletores de lixo que passam na sua rua em Cachoeiro Crédito: Reprodução/TV Gazeta Sul
Para receber os trabalhadores para a refeição, por volta das 19h ela prepara uma mesa e arruma tudo para aguardar os amigos, que geralmente, são quatro ou cinco e chegam entre 20h e 20h30. “Eles comem do lado de fora. É tudo bem rápido, porque eles têm que seguir viagem”, contou Elizabete.
Aílton é um dos profissionais que recebem o lanchinho preparado pela Elizabete e agradece o carinho. “Eu acho muito interessante. A gente começa o roteiro no bairro Recanto e, quando chega no final do bairro, tem a Tia Bete esperando a gente. Ela faz várias opções de lanche, e a gente acha muita gratidão. A gente sabe que ela faz com muito carinho. Ela não tem obrigação, é de coração”, disse.
Com a colaboração de Vinícius Rangel/TV Gazeta Sul

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