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Documentário apura se filho de Angelina Jolie foi roubado de pais biológicos

Cineasta busca descobrir mais sobre a própria adoção no Camboja

Publicado em 17/07/2021 às 14h03

Um novo documentário sobre adoções de crianças no Camboja irá investigar se Maddox, de 19 anos, filho de Angelina Jolie e Brad Pitt foi roubado de sua família biológica, segundo reportagem do jornal britânico "The Sun".

Maddox foi adotado por Jolie, em 2002, e depois por Pitt, em 2006, pouco tempo após o início do relacionamento dos dois atores.

Angelina Jolie acena durante visita a Paris
Documentário investiga se Angelina Jolie sequestrou o filho Maddox . Crédito: Wenn/FramePhoto/Folhapress

O documentário "The Stolen Children" ("As Crianças Roubadas", em inglês) é comandado pela cineasta Elizabeth Jacob, que também busca descobrir as circunstâncias de sua própria adoção no Camboja. Seus pais adotivos recorreram à americana Lauryn Galindo, a mesma agente que intermediou a adoção de Maddox e de outras centenas de crianças do país.

Entre 1997 e 2001, pelo menos metade das adoções do Camboja para os Estados Unidos (800 entre 1.600) passaram pela agência Seattle International Adoptions, que pertencia a Galindo e sua irmã, Lynn Devin.

Um ano após a adoção de Maddox, as duas foram acusadas de falsificar documentos para a obtenção de vistos americanos para as crianças. Em 2004, Galindo foi condenada a 18 meses de prisão por esse crime e por lavagem de dinheiro. Hoje, ela está em liberdade e mora no Havaí.

IRREGULARIDADE

Ao jornal "The Sun", Galindo negou que tenha comedido qualquer irregularidade. Ela também afirmou que já houve uma série de investigações sobre a adoção de Maddox e que ele não foi roubado de seus pais biológicos.

"Eu não tenho nenhuma razão para acreditar que haja algo sobre Maddox. Eles foram muito cuidadosos, especialmente considerando sua mãe famosa", disse Galindo. "Eu acho que isso foi duplamente checado, e sei que Angelina não estava no país durante essas investigações, porque estava fazendo o filme 'Amor Sem Fronteiras' na Namíbia. Portanto, não houve interferência da mãe adotiva, e nem eu estava envolvida nas investigações de qualquer forma."

Galindo também disse que a cineasta Elizabeth Jacob não a contatou para a produção do documentário, mas que ela ficaria feliz em poder responder perguntas sobre seu passado.

Jacob deve viajar ao Camboja no fim deste ano. "O principal motivo de fazer o documentário é que, sem dúvida, Galindo estava envolvida nisso, mas por que fui encaminhada para adoção?", afirmou ao The Sun a jovem, que estuda cinema e marketing na Universidade do Massachusetts, nos Estados Unidos.

"Eu lembro de ter me interessado quando criança pela adoção feita por Angelina Jolie. Se eu nunca tivesse a oportunidade de fazer esse documentário, eu nunca teria olhado para os meus documentos. Eu nunca falaria sobre o escândalo por trás disso."

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