Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Sobre caso Carrefour, Coca-Cola diz que não há lugar para racismo no mundo
Comentário

Sobre caso Carrefour, Coca-Cola diz que não há lugar para racismo no mundo

O presidente da Coca-Cola na América Latina reforçou que a empresa assinou um compromisso público em defesa da igualdade racial

Publicado em 24 de Novembro de 2020 às 08:54

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 nov 2020 às 08:54
Manifestantes se reúnem em frente ao supermercado Carrefour nesta sexta (20), após homem negro ser morto nas dependências no supermercado em Porto Alegre
Manifestantes se reuniram em frente ao supermercado Carrefour nesta sexta (20), após homem negro ser morto nas dependências no supermercado em Porto Alegre Crédito: Gustavo Aguirre/TheNews2/Folhapress
O presidente da Coca-Cola na América Latina, Henrique Braun, comentou o caso Carrefour sua em rede social nesta segunda-feira (23). Na mensagem, Braun afirma que a morte de João Alberto Silveira Freitas, homem negro, espancado e morto na noite de quinta-feira (19) por dois seguranças de uma unidade do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, chocou a todos e que "não há lugar para o racismo no mundo".
O executivo reforçou que a Coca-Cola e outras gigantes do segmento de consumo - todas fornecedoras da rede de supermercados Carrefour - assinaram um compromisso público em defesa da igualdade racial.
"Não podemos permitir que mais casos como esse voltem a acontecer. Mas o que fazer? Essa pergunta motivou a reunião de 11 empresas de bens de consumo. Criamos uma coalizão e vamos estabelecer um plano de ação concreto, elaborado junto a entidades com conhecimento legítimo da causa", afirmou.
Em carta conjunta, as empresas, que juntas afirmam empregar 235 mil colaboradores, se comprometem a criar um plano de ação em parceria com organizações e especialistas para combater o racismo.
Embora falem em fortalecimento do compromisso com "ações concretas para combater o racismo estrutural", as empresas não apresentam um prazo para a implantação de uma agenda ou alguma medida efetiva em relação ao Carrefour.
João Alberto Silveira Freitas, 40, foi espancado e morto na noite de quinta-feira (19) por dois seguranças de uma unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre na véspera do Dia da Consciência Negra.
Na semana passada, o Carrefour Brasil divulgou nas redes sociais a realização da Semana da Diversidade Racial. Na quinta-feira (19), data da morte de Freitas, a empresa realizou um webinar sobre diversidade e equidade no ambiente de trabalho com representantes da diretoria de compliance do Carrefour Brasil e da Revista Raça.
No sábado (21), a Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, que reúne 73 organizações signatárias, informou que desligou o Carrefour da lista de empresas parceiras.
Até a tarde de domingo (22), a Coalizão Negra por Direitos reuniu 14,3 mil assinaturas em apoio a um boicote contra o Carrefour após o assassinato ocorrido na última quinta (19).

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Luena Rocha Melo foi morta por um PM em um posto de combustíveis
PM é preso por matar mulher durante discussão em posto de combustível no CE
Imagem de destaque
Cardápio saudável: 5 receitas leves e proteicas para o almoço da semana
Imagem de destaque
Trump confirma que pediu à Fifa para rever cartão vermelho de Balogun: como isso coloca arbitragem da Copa em xeque

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados