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Paralisação

Petroleiros iniciam greve em refinarias e plataformas

Trabalhadores do Espírito Santo aderiram ao movimento nacional que questiona a demissão de quase 1.000 trabalhadores de uma  subsidiária da Petrobras

Publicado em 01 de Fevereiro de 2020 às 17:59

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 fev 2020 às 17:59
Poço de petróleo em terra no campo de Fazenda Alegre da Petrobras, em Jaguaré Crédito: Carlos Alberto Silva
Sindicatos ligados à FUP (Federação Única dos Petroleiros) iniciaram neste sábado (1) uma greve por tempo indeterminado em protesto contra demissões e outras medidas tomadas pela companhia. Eles garantem, porém, que não haverá impactos ao abastecimento de combustíveis.
De acordo com a entidade, a greve já tem adesões em 12 refinarias, 12 plataformas e 4 terminais de armazenagem de petróleo e combustíveis. As refinarias e os terminais estão sem troca de turno. Nas plataformas, os grevistas estão fazendo levantamentos de questões de segurança e efetivo.
Um grupo de diretores da FUP ocupa uma sala na sede da estatal desde sexta (31) para tentar forçar negociações. A Petrobras diz que não houve paralisação de atividades em nenhuma de suas unidades operacionais.
Os sindicatos reclamam que o fechamento da fábrica de fertilizantes Araucária Nitrogenados, no Paraná, pode resultar em cerca de mil demissões. Há 12 dias, um grupo de trabalhadores ocupa a unidade. As demissões estão marcadas para 24 de fevereiro.
A Petrobras decidiu sair do setor de fertilizantes e chegou também a suspender as atividades em outras fábricas, na Bahia e em Sergipe, que depois foram arrendadas. A unidade de Araucária chegou a ser negociada com a russa Acron, mas o negócio não foi concretizado.
A FUP diz ainda que a Petrobras vem descumprindo o acordo coletivo de trabalho, ao tomar medidas unilaterais que impactam a vida dos trabalhadores, como mudança em tabelas de turnos, problemas na apuração de horas extras e transferência de empregados sem negociação com os sindicatos.
A entidade vem ameaçando fazer greve desde meados do ano passado, quando o acordo coletivo de trabalho era mediado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). Na época, o impasse era visto pelo governo como justificativa para uma greve política, contra a venda de ativos da estatal.
Após acordo no TST, a FUP lançou a campanha "Privatização da Petrobras: isso é da sua conta", contra a venda de ativos da companhia. A entidade defende que o processo trará prejuízos à empresa e ao país. 
A Petrobras diz entender que o movimento é "descabido" e afirma ter tomado providências para garantir a produção de petróleo, gás e combustíveis.
Com informações da Agência Brasil 

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