Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • Maia pede desculpas a Guedes e fala em retomar união por reformas
Articulação

Maia pede desculpas a Guedes e fala em retomar união por reformas

Presidente da Câmara afirmou que é preciso dar andamento às reformas tributária e administrativa e tirar um programa de renda mínima do papel sem comprometer o teto de gastos

Publicado em 06 de Outubro de 2020 às 07:43

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 out 2020 às 07:43
Após serem protagonistas de um conflito público, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, levantaram a bandeira branca, nesta segunda-feira (5), e prometeram união pelo andamento da agenda econômica no Congresso.
Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados
Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, chegou a chamar o ministro Paulo Guedes de "desequilibrado" após ser acusado de atrasar privatizações Crédito: Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Após jantar com ministros e parlamentares na residência do ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), Maia pediu desculpas publicamente a Guedes pelas declarações feitas na semana passada. Maia reforçou que é preciso dar andamento às reformas tributária e administrativa e tirar um programa de renda mínima do papel sem comprometer o teto de gastos.
"O teto de gastos é a primeira de nossa urgências porque com a regulamentação do teto a gente resolve o programa social", disse Maia, em declaração à imprensa, após o jantar.
Na semana passada, o presidente da Câmara chegou a chamar o ministro de "desequilibrado" após Guedes falar que Maia estava articulando com a oposição obstáculos a privatizações. "Semana passada até, deixo aqui meu pedido de desculpas, fui indelicado e grosseiro e (isso) não é do meu feitio."
O parlamentar expressou "gratidão" por Guedes tê-lo apoiado na disputa pela presidência da Câmara. A partir desta terça-feira, 6, segundo Maia, é preciso retomar os trabalhos com união. O parlamentar destacou que a agenda de reformas não pode parar por causa das eleições municipais.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Saque do FGTS, veto a bets: o que se sabe do programa de renegociação de dívidas anunciado por Lula
Trabalhar é um direito: por uma inclusão real e sustentável para todos
Pesquisa aponta os candidatos mais rejeitados pelos capixabas
Quaest: Rose, Manato, Contarato e Hartung são os mais rejeitados para o Senado no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados