ASSINE

Guedes: novo marco permitirá universalizar saneamento em até sete anos

Ministro completou que pacto federativo é política social do governo

Publicado em 09/12/2019 às 20h36
Ministro da Economia, Paulo Guedes. Crédito: José Cruz/Agência Brasil
Ministro da Economia, Paulo Guedes. Crédito: José Cruz/Agência Brasil

A aprovação no novo marco regulatório do saneamento permitirá a universalização do serviço no Brasil em até sete anos, disse nesta segunda-feira (9) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em palestra a funcionários da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, ele disse que o novo modelo, com votação prevista na Câmara para esta semana, abrirá espaço para a entrada de dezenas de bilhões de reais em investimentos privados no setor.

Para o ministro, o saneamento básico repetirá a ampliação de acesso pela qual passou o mercado de telefonia celular após a privatização das companhias telefônicas. “Ninguém tinha saneamento e agora vai ter”, declarou.

Guedes também comentou o desempenho da economia, cujo Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) cresceu 0,6% no terceiro trimestre em relação ao trimestre anterior. Segundo ele, a economia está no rumo certo e crescerá em 2020 o dobro deste ano.

“Os sinais de recuperação da economia são visíveis. Ano que vem vai ser o dobro do crescimento deste ano. Estamos em um caminho virtuoso, cada semestre que passa isso fica mais claro”, acrescentou.

PACTO FEDERATIVO

O ministro voltou a defender a proposta do pacto federativo, enviada ao Congresso no início de novembro. Segundo ele, a repartição de R$ 450 bilhões para estados e municípios nos próximos anos representa um novo modelo de política social, ao diminuir o tamanho do governo federal e tornar mais eficiente o uso dos recursos públicos.

“Só com o novo pacto federativo, vamos dar R$ 450 bilhões a estados e municípios. Política social é mesmo transferir esses recursos e fortalecer a Federação”, declarou o ministro. Sobre o adiamento da reforma administrativa, Guedes disse que ela não foi enviada ao Congresso para não congestionar a pauta de votações. “Não adianta botar muita reforma ao mesmo tempo. Já aprovamos a Previdência e enviamos agora o novo pacto federativo”, justificou.

A Gazeta integra o

Saiba mais
economia paulo guedes

Se você notou alguma informação incorreta em nosso conteúdo, clique no botão e nos avise, para que possamos corrigi-la o mais rápido possível

Para melhorar a sua navegação, A Gazeta utiliza cookies e tecnologias semelhantes como explicado em nossa Politica de Privacidade. Ao continuar navegando, você concorda com tais condições.

Bem-vindo

A Gazeta deseja enviar alertas sobre as principais notícias do Espírito Santo.