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Guedes diz que voltará a falar sobre CPMF após eleição e fala em taxar Pix

Ministro afirmou que transações digitais deveriam ser cobradas com alíquotas baixas, que poderiam ser de 0,10% ou 0,15%

Publicado em 19/11/2020 às 21h17
Pix é um novo meio de pagamento eletrônico do Brasil lançado oficialmente pelo Banco Central no dia 5 de outubro de 2020, com início de funcionamento integral em 16 de novembro de 2020
Pix é um novo meio de pagamento eletrônico do Brasil já em operação. Crédito: Tiago Caldas /Fotoarena/Folhapress

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (19) que pretende voltar a falar sobre a criação de um imposto sobre transações após o período eleitoral. Ele afirmou que o plano para o tributo inclui a taxação do envio de recursos por meio do Pix, novo sistema de transferências e pagamentos instantâneos.

Em videoconferência promovida pelo banco Bradesco, com apresentação em inglês, o ministro comparou as transações digitais a uma rodovia com pedágios. Para ele, as operações deveriam ser cobradas, com alíquotas baixas, que poderiam ser de 0,10% ou 0,15%.

Estudos iniciais do Ministério da Economia previam alíquota de 0,20% para o novo tributo aos moldes da extinta CPMF.

Aos convidados da reunião, o ministro disse que o Pix é um mecanismo interessante que permite a realização de transferências por custo baixo. Depois, completou dizendo que o governo pode pensar em taxar um pouco do que chamou de "tráfego nessa estrada".

Segundo ele, o imposto seria cobrado das pessoas que trafegam nessa especie de rodovia digital.

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