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Fôlego financeiro

Caixa vai ampliar para 4 meses a suspensão da parcela da casa própria

Informação foi passada pelo presidente Jair Bolsonaro. Medida vale para contratos antigos de pessoas físicas; quem fizer o financiamento a partir de 13 de maio terá carência de seis meses para início do pagamento

Publicado em 14 de Maio de 2020 às 12:26

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 mai 2020 às 12:26
Os presidentes da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participam do lançamento da nova linha de crédito imobiliário com taxa fixa da Caixa Econômica Federal
Os presidentes da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participam do lançamento da nova linha de crédito imobiliário com taxa fixa da Caixa Econômica Federal Crédito: Antonio Cruz/Agência Brasil
O presidente da República, Jair Bolsonaro, informou nesta quinta-feira, 14, que, após conversa com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o banco deverá prorrogar o prazo de carência para o pagamento de financiamentos de moradias por quatro meses. 
"Vi uma notícia na mídia agora e liguei para o Pedro Guimarães, da Caixa, para saber se era verdadeira. Era mais grave do que eu tinha lido: 2 milhões e 300 mil clientes da Caixa Econômica, que pagam casa própria, pediram para pausar o crédito", relatou na saída do Palácio da Alvorada, em conversa com jornalistas no período da manhã.
Segundo o presidente, "como regra, a Caixa permitiu atraso por até dois meses", mas logo depois resolveu prorrogar por mais um mês esse prazo. No entanto, segundo pontuou o presidente, o período de três meses ainda poderia ser insuficiente para parte da população.
"Nessa prorrogação os 2,3 milhões, de um universo de 5 milhões, ou seja, o pessoal não têm dinheiro para pagar prestação da casa própria", disse ele, anunciando logo em seguida uma nova ampliação de prazo.
"Pedro Guimarães, conversei com ele agora, em comum acordo, e ele diz que vai aumentar para quatro meses. Porque não adianta apenas prorrogar se o elemento que perdeu o emprego teve salário reduzido e não tem como pagar a prestação da casa própria", afirmou Bolsonaro.
O presidente disse ainda que "o que está sobrando de dinheiro para ele (cidadão comum) está sendo para a comida".
Nesta quinta-feira, Bolsonaro fez um forte apelo para que governadores reconsiderem as medidas de restrição por causa da pandemia do novo coronavírus. "Tem que reabrir. Nós vamos morrer de fome. A fome mata", argumentou.

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