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Impacto econômico

Bolsonaro diz que não dá para continuar muito com o auxílio emergencial

Segundo presidente, o recurso custa R$ 50 bilhões por mês ao país. Pagamento foi criado para ajudar informais que ficaram sem renda devido à pandemia

Publicado em 05 de Agosto de 2020 às 12:34

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 ago 2020 às 12:34
Presidente Jair Bolsonaro
Presidente Jair Bolsonaro Crédito: Alan Santos/PR
O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, na manhã desta quarta-feira, 5, que "não dá para continuar muito" a liberar o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais por causa do impacto da medida na economia, que, segundo ele, representa R$ 50 bilhões mensais. No momento em que o Brasil se aproxima das 100 mil mortes por Covid-19, Bolsonaro voltou a criticar governadores que mantém medidas de isolamento social nos Estados.
"Começou a pagar a quarta parcela (do auxílio emergencial) e depois tem a quinta. Não dá para continuar muito porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que continuar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado", disse Bolsonaro a apoiadores, na saída do Palácio da Alvorada.
Ao ser questionado sobre a eventual prorrogação do auxílio emergencial para micro empresários por outro apoiador, o presidente afirmou que o assunto precisa ser tratado com o ministro da Economia, Paulo Guedes. "Não sei dizer, tem que ver com o Paulo Guedes. Nós já gastamos, o Brasil já gastou, eu não, já gastou R$ 700 bilhões com a covid", declarou.

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