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Saiba como corrigir os dentes do seu filho sem aparelho fixo

Transparentes e removíveis, os chamados alinhadores garantem mais conforto ao tratamento ortodôntico em crianças

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Vitória
Publicado em 28/05/2021 às 18h24
De acordo com a ortodontista Flávia Machado, as crianças adoram a tecnologia e começam a se interessar pelo tratamento desde a primeira consulta, quando veem seus dentes sendo escaneados e aparecendo na tela do computador.
De acordo com a ortodontista Flávia Machado, as crianças adoram a tecnologia e começam a se interessar pelo tratamento desde a primeira consulta, quando veem seus dentes sendo escaneados e aparecendo na tela do computador. Crédito: Flávia Machado/Divulgação

Você descobriu que seu filho vai precisar corrigir um problema na arcada dentária, mas teme que ele não se adapte ao sorriso metálico. Agora, com o avanço da tecnologia, há soluções mais práticas, confortáveis e eficientes nos tratamentos ortodônticos.

Em vez dos aparelhos fixos, entram em cena os modelos alinhadores, uma espécie de placa invisível que cobre os dentes. Ele é removível, de fácil higienização, tornando-se uma boa opção para tratar diversos problemas dentários em crianças e adultos.

"Podemos corrigir alterações na mordida e no posicionamento dos dentes de crianças com a técnica de alinhadores ortodônticos. Também é indicado para alterações como falta de espaço para acomodar os dentes permanentes que estão chegando, mau posicionamento dos dentes na arcada, arcos dentários relativamente estreitos, perda precoce de algum dente de leite com migração dos dentes vizinhos para o local da perda, mordidas muito profundas, dentes muito inclinados para frente, entre outros casos", lista a ortodontista Flávia Machado.

O modelo é indicado para crianças a partir de 6 anos de idade. "Antes dessa idade, é raro haver necessidade de intervenção. A maioria dos problemas, tanto de mordida como de posicionamento dos dentes, começa a aparecer a partir dos 6 anos, com a chegada dos primeiros dentes permanentes, que substituirão os dentes de leite", esclarece a ortodontista.

VANTAGEM

O fato de serem transparentes já coloca os alinhadores em grande vantagem em relação ao aparelho ortodôntico convencional. Afinal, sabemos como a questão estética se torna importante para os pequenos. Os adolescentes, principalmente, levam muito a sério essa questão.

"O fator estético pesa demais para os adolescentes! Você nem imagina o quanto! Para as crianças acredito que o conforto e a facilidade de adaptação são mais importantes e permitem que elas possam aderir mais facilmente ao tratamento", pontua.

As crianças, segundo ela, têm se adaptado bem a essa técnica: "Elas adoram tecnologia e começam a se interessar pelo tratamento ortodôntico com alinhadores desde a primeira consulta, quando veem seus dentes sendo escaneados e aparecendo na tela do computador. Nesse momento elas já podem brincar com a imagem e participar da simulação do tratamento, de forma lúdica e envolvente. É muito interessante ver como elas estão inseridas, confortavelmente, no mundo digital", observa.

Os alinhadores são removíveis e de fácil higienização, o que facilita o dia a dia das crianças.
Os alinhadores são removíveis e de fácil higienização, o que facilita o dia a dia das crianças. Crédito: Flávia Machado/Divulgação

E as vantagens que essa técnica traz melhoram a adesão ao tratamento. "O fato de poder remover os alinhadores para se alimentar ajuda bastante, pois facilita a higienização da boca durante o tratamento e evita danos ao aparelho e situações de urgências", complementa Flávia, que trabalha com os modelos da marca Invisalign. "Há um protocolo específico para o tratamento de crianças, que é o Invisalign First", diz.

INDICAÇÕES

A indicação dos alinhadores, no entanto, precisa ser muito bem analisada. "Cada caso deve ser avaliado e planejado individualmente, a partir das necessidades de cada criança, para que ela tenha um desenvolvimento pleno e saudável, tanto dos dentes e da oclusão, como do crescimento equilibrado da face. Crianças com alterações importantes no fluxo respiratório, com sinais de apneia do sono, como ronco e inquietação durante a noite, devem considerar outros tratamentos, como a expansão rápida da maxila, feita com um dispositivo fixo que promove ganhos mais relevantes e podem contribuir significativamente com o quadro respiratório. Algumas alterações como mandíbulas 'fortes', percebidas já na infância, ou outras alterações esqueléticas também devem receber protocolos específicos de tratamento", pondera a ortodontista.

Uma vez indicado, o modelo exige um acompanhamento periódico, de acordo com a especialista: "O monitoramento da criança deve ser feito, de preferência, mensalmente. Mas quando percebemos que ela já tem o total domínio do uso, sabendo colocar e remover o alinhador sem precisar de qualquer ajuda, podemos fazer controles com tempos maiores. Não recomendamos, porém, mais do que 45 dias."

O tempo de tratamento é variável, mas, via de regra, é executado num período de seis meses até 18 meses. Flávia Machado afirma que os resultados podem ser percebidos rapidamente, o que deixa a criança envolvida com o tratamento e a torna colaboradora.

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