Publicado em 28 de janeiro de 2026 às 14:28
Nas últimas décadas, o Espírito Santo passou por um período de transformações estruturais que permitiram avanços importantes. Para o presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), Marcelo Santos, isso só foi possível a partir da criação de um cenário político e economicamente favorável. >
O resultado, segundo ele, é um número cada vez maior de investimentos e turismo para o Estado e a diminuição nos índices de criminalidade. Afinal, para o presidente o desenvolvimento do Estado está diretamente ligado à atuação estratégica, técnica e responsável dos deputados estaduais no âmbito da Assembleia Legislativa.>
“Para além da função constitucional de legislar e fiscalizar, o Parlamento capixaba tem assumido um papel cada vez mais ativo na formulação de políticas públicas estruturantes, no fortalecimento do ambiente de negócios e na promoção do equilíbrio institucional”, explica.>
De acordo com Marcelo Santos, a Assembleia Legislativa do Espírito Santo se consolidou como um espaço de convergência entre interesses sociais, econômicos e regionais. Isso, segundo ele, foi possível graças a uma atuação marcada pela estabilidade política, diálogo permanente e foco em resultados. >
>
“Projetos de lei voltados ao incentivo à produção rural, ao fortalecimento da economia local, à modernização da gestão pública e à ampliação de direitos sociais têm gerado impactos diretos no cotidiano da população capixaba”, pontua.>
A atuação dos deputados também inclui o apoio ao desenvolvimento dos municípios, por meio de iniciativas que fortalecem as câmaras municipais, ampliam a capacitação técnica de gestores públicos e aproximam o Legislativo estadual das realidades locais. Esse movimento, segundo Marcelo, contribui para reduzir desigualdades regionais e garantir que políticas públicas alcancem, de forma mais eficiente, todas as regiões do Estado.>
Além disso, outro eixo fundamental que a Ales tem focado nos últimos anos é o compromisso com a transparência e a modernização institucional. >
“A Assembleia Legislativa do Espírito Santo é hoje referência nacional em acesso à informação e uso de tecnologias digitais para aproximar o cidadão das decisões do Parlamento. Esse avanço fortalece a confiança da sociedade nas instituições democráticas e cria um ambiente mais seguro para investimentos e planejamento de longo prazo”, afirma o presidente da Casa.>
No campo econômico, o Parlamento tem buscado atuar como agente indutor do crescimento, ao debater e aprovar marcos legais que estimulam a atividade produtiva, protegem setores estratégicos e garantem segurança jurídica. >
“A construção de um ambiente de negócios saudável, previsível e estável passa, necessariamente, por leis claras, fiscalização responsável e diálogo com os diversos segmentos da sociedade, papel que os deputados estaduais vêm exercendo com protagonismo”, destaca Marcelo Santos.>
Para o presidente da Ales, a soma desses fatores resulta em uma Assembleia mais conectada às demandas contemporâneas do Espírito Santo. Ele reforça que trata-se de uma Casa que legisla com responsabilidade fiscal, sensibilidade social e visão de futuro. >
“Ao atuar de forma técnica e institucional, os deputados estaduais contribuem para que o Estado avance de maneira sustentável, equilibrando crescimento econômico, inclusão social e fortalecimento democrático. Mais do que produzir leis, o Parlamento capixaba tem se consolidado como um agente ativo do desenvolvimento, ajudando a construir um Espírito Santo mais moderno, competitivo e preparado para os desafios das próximas décadas”, enfatiza.>
Nesse contexto de atuação ampliada, a Assembleia Legislativa do Espírito Santo também busca se consolidar como fomentadora de políticas públicas estruturantes, ao ir além da produção legislativa tradicional.>
Entre as iniciativas da Casa, está o projeto Arranjos Produtivos, voltado ao fortalecimento da economia regional, da agricultura familiar e das cadeias produtivas locais. Outro exemplo é a Escola de Formação Política, dedicada à qualificação cidadã, à formação de lideranças e ao fortalecimento da cultura democrática.>
“São projetos que geram impacto direto nos territórios, estimulam o desenvolvimento sustentável e aproximam a Assembleia da sociedade, reforçando sua função estratégica na construção de políticas públicas de longo prazo”, completa Marcelo Santos.>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta