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Samarco consolida retomada segura e sustentável com investimento de R$ 13,8 bilhões

Samarco consolida retomada segura e sustentável com investimento de R$ 13,8 bilhões

O investimento ampliará empregos, a arrecadação e a atividade econômica em Minas Gerais e no Espírito Santo, com objetivo de alcançar 100% da capacidade operacional instalada até 2028

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Publicado em 5 de março de 2026 às 00:00

Investimento vai concluir o ciclo de retomada operacional da Samarco iniciado em 2020
Com a conclusão do ciclo de investimentos prevista para 2028, a produção deve atingir entre 26 milhões e 27 milhões de toneladas por ano Crédito: NITRO Histórias Visuais/ Samarco/ Divulgação

A Samarco está investindo R$ 13,8 bilhões para alcançar 100% da capacidade produtiva instalada até 2028. A iniciativa conclui o ciclo de retomada operacional iniciado em 2020, após cinco anos de paralisação das atividades da empresa em razão do rompimento da barragem de Fundão, em Minas Gerais.

O aporte, considerado o maior da história da mineradora e um dos maiores do país, deve impulsionar a geração de empregos, tributos e oportunidades econômicas em Minas Gerais e no Espírito Santo, Estados onde a mineradora mantém operações.

"O investimento é o maior da história da Samarco e marca o início da última etapa de um planejamento estratégico estruturado, concebido em 2019. Desde então, seguimos uma retomada gradual, responsável e segura, baseada em três pilares: engenharia robusta, licenciamento rigoroso e estabilidade operacional”, explica Rodrigo Vilela, presidente da Samarco.

A retomada ocorre de forma gradual e segura: em 2020, a empresa reiniciou a produção com 26% da capacidade instalada, e, em 2024, alcançou 60%, com cerca de 15 milhões de toneladas anuais de pelotas e finos de minério de ferro. Em 2025, a companhia registrou recorde operacional desde o retorno, com produção de 15,11 milhões de toneladas, consolidando-se como a terceira maior exportadora de pelotas no mercado transoceânico.

Com a conclusão do ciclo de investimentos prevista para 2028, a produção deve atingir entre 26 milhões e 27 milhões de toneladas por ano, posicionando a Samarco como a segunda maior exportadora desse segmento.

"Mais importante do que o volume é como estamos retomando: sem utilizar barragens para disposição de rejeitos, com uso intensivo de tecnologias de controle, com a descaracterização de todas as estruturas alteadas a montante existentes e com um modelo de gestão mais inclusivo e participativo”, explica Rodrigo Vilela.

Além do impacto industrial, o projeto terá reflexos diretos na economia regional. A previsão é de geração de cerca de 3,9 mil empregos até 2031 no Espírito Santo, sendo 400 vagas próprias e 3,5 mil contratados.

A atividade também contribui para a arrecadação pública. Somente em 2025, os tributos gerados pela Samarco e pela cadeia de fornecedores somaram R$ 2,28 bilhões. Desse montante, R$ 386 milhões tiveram impacto em Minas Gerais, R$ 374 milhões no Espírito Santo e R$ 1,519 bilhão correspondem à União, beneficiando diversas regiões do país.

Segurança operacional e novas tecnologias

Após o rompimento da barragem de Fundão, em 2015, a empresa implementou mudanças estruturais em seu modelo operacional. Hoje, a Samarco não utiliza barragens convencionais para disposição de rejeitos arenosos, adotando sistemas de filtragem e empilhamento a seco.

Além disso, as estruturas são monitoradas em tempo integral pelo Centro de Monitoramento e Inspeção (CMI), que opera 24 horas por dia, sete dias por semana. 

Compromisso com a reparação

Em paralelo à retomada produtiva, a Samarco mantém como prioridade a reparação definitiva dos danos provocados pelo rompimento da barragem de Fundão. A evolução operacional contribui para viabilizar financeiramente as ações de reparação e compensação acordadas, ao mesmo tempo em que impulsiona o desenvolvimento econômico e social das comunidades vizinhas às operações.

“O Novo Acordo do Rio Doce representou um salto qualitativo na reparação, ao permitir maior efetividade na execução dos programas pactuados. Não podemos mudar o que aconteceu, mas temos clareza de que vamos compensar, reparar e indenizar”, conclui o presidente da Samarco.

Com a retomada total, a empresa busca potencializar impactos positivos duradouros para as cidades e comunidades vizinhas, ao gerar emprego, renda e capacitação profissional, além de apoiar o desenvolvimento local, fortalecer infraestrutura e serviços públicos, cumprindo com a reparação definitiva. Vilela explica que o objetivo é que a presença da Samarco permaneça para além da operação, construindo oportunidades e contribuindo para o desenvolvimento dos territórios.

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