Sim, foi comunicado. Sou uma pessoa movida também pela lealdade. A minha conversa com Pazolini eu comuniquei ao Luciano e ao Gandini: “Vou conversar, não tem chance alguma de eu ficar com o PT”. E o Luciano me deu total liberdade para decidir: “Decida como você achar melhor e vá cuidar do seu mandato”. E foi o que fiz. Eu tinha duas possibilidades: ficar neutro ou conversar com Pazolini. Como ele me chamou para conversar, fui conversar. E, na conversa, eu confesso que me surpreendi pela forma republicana, altiva e humilde que o futuro prefeito está tratando essa discussão com a cidade. Tenho uma pauta que tem a ver com o bairro onde vivo, Jardim da Penha e Mata da Praia, que tem a ver com a cidade como um todo, com políticas públicas que eu defendo, como a questão dos animais, a questão do morador em situação de rua, que precisa ser resolvida. Tudo isso nós conversamos. E eu tive do Pazolini o compromisso de, se eleito prefeito, nos ajudar a construir as saídas e as alternativas para resolver problemas dessa natureza. Então vou fazer essa aposta. Naturalmente, a partir do dia 1º de janeiro, serei um agente fiscalizador das ações do Executivo no município e espero poder estar alinhado com o futuro prefeito, para que as coisas aconteçam em provisão aos moradores da cidade, que querem muito a qualidade de vida de que a gente necessita para viver na melhor cidade do Brasil.