“Na época fomos surpreendidos com a notícia de que tinha sido morto. Foi muito difícil. Mas dois meses após a morte começaram a divulgar que ele estava foragido. Agora mostraram até a foto dele, surpreendendo familiares até do interior”, relatou um parente.
Ele foi morto em novembro de 2023. Foi uma das duas vítimas feridas em um ataque de integrantes da facção rival, do Bairro da Penha, ao Morro do Macaco, ambos na Capital. Na ocasião, policiais militares foram para a região tentar impedir o conflito e evitar um provável revide ao Bairro da Penha, quando ocorreu o confronto.
“Gostaríamos que ele estivesse preso, ao invés de morto, mas não temos como mudar esta situação. E cada vez que a foto dele aparece, lembramos do que ocorreu”, acrescenta a família.
O coordenador do Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat), delegado Alan Moreno de Andrade, informou que houve um problema na reunião e disponibilização das informações na época do conflito em 2023, o que impediu o acesso a informação sobre a morte do jovem. Acrescentou que a Polícia Civil já solicitou à Justiça estadual a extinção da punição para Uérick.