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Pedro Permuy

“Saio de Vila Velha revigorada”, diz Cacá Werneck, ex de Monique Evans

DJ da The Week retocou harmonização facial, em clínica do Espírito Santo, e abriu o jogo sobre o fim do namoro de 6 anos com Monique Evans

Públicado em 

23 out 2020 às 10:28
Pedro Permuy

Colunista

Pedro Permuy

A DJ Cacá Werneck em passagem por hotel da Orla da Praia da Costa, em Vila Velha
A DJ Cacá Werneck em passagem por hotel da Orla da Praia da Costa, em Vila Velha Crédito: Pedro Permuy
A separação de Monique Evans, de 64 anos, depois de 6 anos de relacionamento foi a gota d’água para Cacá Werneck, de 35 anos, amargar uma onda de baixo astral que já vinha se arrastando há alguns meses. “Eu falo que é um tsunami que veio, destruiu tudo e agora está indo embora. E no que está indo embora, estou pegando e segurando dessa tragédia tudo o que eu quero para a minha vida daqui para frente”, fala, em bate-papo com a coluna.
Sem descartar novos momentos com a mãe de Bárbara Evans e dizendo que ainda tem amor pela modelo que foi ícone do Brasil por décadas, a artista diz que a passagem nesta semana por Vila Velha, no Espírito Santo, foi providencial. Após curtir quase 24h no Estado, entre a quarta (21) e quinta (22), Cacá retorna ao seu apartamento, em Ipanema, no Rio de Janeiro, totalmente renovada.
“Melhorou muito meu astral essa vinda. Ri muito com a minha amiga Mariana Laranja (a dentista), a esposa dela, com a noite que eu tive... E relaxei. Estou saindo daqui renovada. Esteticamente e como pessoa, né? Estou me sentindo amada, cuidada”, confidencia.
"Às vezes a gente chega ao fundo do poço, na escuridão, e pensa que não há volta. Mas dá, sim, para voltar à luz"
Cacá Werneck - Artista
A DJ Cacá Werneck em passagem por hotel da Orla da Praia da Costa, em Vila Velha
A DJ Cacá Werneck em passagem por hotel da Orla da Praia da Costa, em Vila Velha Crédito: Pedro Permuy
Mas o momento de relax foi só consequência do real motivo que trouxe a DJ da The Week a Vila Velha. Na tarde da última quarta (21), ela retocou sua harmonização facial, realizada pela colega da área da saúde. Cacá colocou mais fios de PDO e se submeteu a aplicações de botox e preenchimento. “Nunca fui de fazer procedimentos estéticos. Vejo muita gente fazendo e perdendo a identidade”, diz, ao indicar cautela na hora de apelar para a estética.
Antes da harmonização, feita no Espírito Santo, a DJ só havia entrado no centro cirúrgico aos 18 anos, no México, quando colocou suas próteses de silicone. “O pessoal brinca, pela minha aparência, que eu vou tirar os peitos e não vou, não! Vou é aumentar! Gosto dessa coisa meio andrógina, meio menino e meio menina. Acho que sou metade metade. Me sinto bem assim”, justifica.
No entanto, passa longe de Cacá quaisquer ressentimentos por comentários de ódio e maldosos que sofre dos “juízes” que se manifestam na internet. Na web, ela passou a ser ainda mais bombardeada com opiniões de internautas depois de toda a polêmica de seu término com Monique envolvendo até a herdeira da ex-namorada.
“A maioria eu ignoro, alguns eu bloqueio... Nesse dia, uma psicóloga estudada comentou em um vídeo que, pela forma com que eu apareci, eu estava possuída. Fiquei pensando: ‘Como uma pessoa que estuda comportamento, analisa, pode falar uma coisa dessas?’. Aprendi com uma música de Maria Bethânia que a felicidade não existe, existem alegrias que nos fazem chegar lá. Tenho usado isso como lema”, afirma.
A DJ Cacá Werneck em passagem por hotel da Orla da Praia da Costa, em Vila Velha
A DJ Cacá Werneck em passagem por hotel da Orla da Praia da Costa, em Vila Velha Crédito: Pedro Permuy

“EU AMO MONIQUE EVANS”

Cacá adianta à coluna que já teve algumas conversas com Monique desde que a bomba do fim do relacionamento estourou e diz com todas as letras que "ama Monique Evans", deixando claro: "Não é aquele amor, amor de largar tudo, paixão. Mas eu gosto muito dela, acho ela incrível e vou continuar achando". Durante o bate-papo, este colunista percebeu que em alguns momentos foi até difícil para a DJ chamá-la de "Monique" e não se referir à ex como "amor".
E a coluna, que não é boba nem nada, sabe que o atual ex-casal ainda deve se reencontrar, o que pode render frutos. Isso porque a DJ ainda tem que buscar alguns itens pessoais na casa da modelo.
Carnaval de Vitória 2020: Monique Evans e a namorada, Cacá Werneck
Carnaval de Vitória 2020: Monique Evans e a namorada, Cacá Werneck Crédito: Pedro Permuy
Sobre o que saiu na mídia, a artista lamenta e só diz ficar chateada pela falta de reconhecimento. “A gente viveu 6 anos e não ficamos separadas nunca. Com dinheiro, sem dinheiro, na dificuldade, na bonança... E não só eu cuidei dela. Ela também cuidou muito de mim, principalmente quando perdi meu pai. Muitas vezes ela esquecia a doença dela, que é a Síndrome de Borderline, para cuidar de mim. E as pessoas na internet julgam sem saber, sem terem visto as coisas dentro da nossa casa”, reitera.
Sem descartar uma conciliação e, talvez, novos momentos com Monique, Cacá termina: “Tudo na minha vida é energia, é amor. E eu não sou vingativa. Fez mal para mim? Ok, é isso. Eu sou tão amiga que só dou oportunidade de a pessoa errar comigo uma vez. Depois a pessoa não terá mais essa chance”.

Pedro Permuy

Graduado em Jornalismo pelo Centro Universitário Faesa, Pedro Permuy acompanha personalidades do mundo do showbiz desde 2016. Dedica-se a entrevistas, notas exclusivas e notícias de bastidores dos famosos e celebridades. Assina uma coluna com seu nome em A Gazeta.

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