Em visita ao Espírito Santo nesta sexta-feira (6), o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), confirmou que vai sair do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio dentro do prazo estipulado pela lei para quem quer disputar um cargo nas eleições de 2026.
Ele permanece na vice-presidência, já que quanto a isso não há nenhuma vedação.
"Vou deixar o Ministério da Indústria e Comércio no prazo que a lei estabelece, será no dia 2 de abril. Da vice-presidência não há necessidade de desincompatibilização", afirmou em entrevista coletiva concedida em Colatina, após questionamento feito pela coluna.
A pergunta que fica no ar é: a qual cargo Alckmin vai concorrer?
"A definição de candidaturas será mais à frente um pouquinho", desconversou o vice-presidente.
Uma das hipóteses é ser candidato ao governo de São Paulo.
"Em São Paulo, já temos o Fernando Haddad (PT), que é ótimo candidato para tudo, e o Márcio França (PSB), que foi governador e é ministro. A Simone Tebet (MDB) pode ir para São Paulo, então há diversas alternativas", pontuou Alckmin.
Sobre ser novamente vice na chapa de Lula, não teceu muitos comentários:
"É uma definição mais à frente, mas estou muito honrado e feliz de participar com o presidente Lula, ajudando o Brasil".
O vice-presidente marcou presença, em Colatina, em cerimônia para entrega de ambulâncias a municípios do Espírito Santo.
Ele também tratou da construção de um hospital na região Noroeste do estado.
A agenda foi coprotagonizada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
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