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Podemos

Gilson Daniel não vai virar secretário e, assim, Ramalho não vai para Brasília

Ex-secretário queria assumir a Sedurb ou a Seag

Publicado em 13 de Dezembro de 2022 às 07:40

Públicado em 

13 dez 2022 às 07:40
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

Presidente da Amunes, Gilson Daniel
Gilson Daniel Crédito: Amunes/Divulgação
O deputado federal eleito Gilson Daniel (Podemos) não vai voltar ao governo Renato Casagrande (PSB). Ele já havia externado à coluna que somente deixaria de assumir o mandato se fosse para assumir a Secretaria de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sedurb) ou a Secretaria de Estado da Agricultura (Seag).
Nem uma nem outra, entretanto, lhe foi oferecida. O governador decidiu não "puxar" o aliado para o primeiro escalão. Assim, o ex-secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre Ramalho, também filiado ao Podemos, não vai assumir uma cadeira na Câmara. Ele é o primeiro suplente de Gilson.
No entorno de Casagrande, a explicação para a decisão é simples e pragmática: caso o fizesse, o socialista abriria as portas para uma infinidade de pedidos similares.
A aliança que reelegeu o governador é ampla e vários partidos gostariam de ver um deputado eleito virar secretário para que outro correligionário ascendesse à Câmara dos Deputados.
Como não se pode agradar a todos, o melhor é não fazer isso por nenhum deles.
Ramalho, por sua vez, foi convidado a retornar à Sesp. A preferência do coronel era virar deputado.
Gilson Daniel, que preside o Podemos estadual, também já afirmou à coluna que tem um compromisso com o militar: "Ou ele vai para o mandato, ou para uma secretaria, ou para o meu gabinete".
Assim, Ramalho até pode ir para Brasília, mas como assessor de deputado.
SINAIS, SINAIS FORTES SINAIS
Como o colunista Abdo Filho registrou, o nome mais cotado para a Seag é o do ex-secretário da pasta Enio Bergoli.
Quem vai ser decisivo para a escolha é o vice-governador eleito Ricardo Ferraço (PSDB), futuro secretário de Desenvolvimento.
O tucano, de acordo com o governador, vai ter ascendência sobre todos os demais integrantes da equipe e coordenar, especificamente, ainda as áreas de Meio Ambiente e Agricultura.
Os setores empresarial e do agro, com os quais Ricardo tem bastante trânsito, têm simpatia por Bergoli.
Já a Sedurb está, hoje, nas mãos do PP, outro aliado de primeira hora de Casagrande.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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