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Pedido no TSE

Campanha de Lula pede que Magno Malta fique inelegível

Ações semelhantes foram apresentadas no TSE também contra Bolsonaro e Braga Netto pelo Partido dos Trabalhadores

Publicado em 10 de Dezembro de 2022 às 09:19

Públicado em 

10 dez 2022 às 09:19
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

A campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com ações pedindo a inelegibilidade do presidente Jair Bolsonaro e do vice na chapa, Braga Netto, ambos do PL.
O petista quer barrar também as eleições de aliados de Bolsonaro, como Magno Malta (PL), que venceu o pleito para o Senado no Espírito Santo.
Jair Bolsonaro e Magno Malta se enecontraram recentemente
Jair Bolsonaro e Magno Malta são alvos de pedidos no TSE Crédito: Reprodução/ Instagram @magnomalta
“Os investigados promoveram ataques ao sistema eleitoral com efeitos concretos de intervenção na normalidade do transcurso das eleições”, diz a peça assinada pelos advogados Cristiano Zanin, Eugênio Aragão e Angelo Ferraro, conforme informou a jornalista Bela Megale, de O Globo.
À coluna, Magno afirmou estar tranquilo.
"Eu estou absolutamente tranquilo diante disso que soube pela imprensa, pois não recebi nenhuma notificação oficial e não cometi nenhum tipo de crime. Mas essa situação está sob responsabilidade jurídica do PL. Então, o partido irá tomar todas as providências em relação a esse pedido do PT. Estou em paz, até porque como um cidadão livre deste país eu sempre disse e sempre me posicionei em tudo que eu acreditei."
Magno, apesar de eleito pelas mesmas urnas que derrotaram o atual presidente da República, faz coro às acusações sem provas ao sistema eleitoral.
“Queremos transparência nas eleições, ainda que isso custe o mandato dos já eleitos”, publicou o senador eleito nas redes sociais recentemente.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no site Gazeta Online/CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, tambem como repórter. Exerceu a função de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Letícia Goncalves.

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