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Leonel Ximenes

Vem aí mais uma secretaria (a 26ª) no governo do Estado

Saiba o número de comissionados e o impacto financeiro da folha salarial com a nova estrutura; projeto está na Assembleia

Públicado em 

10 dez 2024 às 00:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Palácio Anchieta, Vitória
Fachada do Palácio Anchieta, sede do governo do Estado Crédito: Ricardo Medeiros
O governo do Estado encaminhou projeto de lei complementar para a Assembleia Legislativa criando mais uma pasta, a 26ª da atual gestão: a Secretaria Estadual de Recuperação do Rio Doce (Serd).
Ao todo, serão criados 45 cargos comissionados para a nova estrutura burocrática, e o impacto financeiro em 2025 para o governo, somente com remuneração, será de R$ 4,7 milhões.
“Ainda que haja impacto financeiro na criação de cargos comissionados e funções gratificadas, bem como de um conjunto de gastos necessários para o funcionamento de qualquer unidade administrativa, esse percentual deverá girar em torno de 2% de todo o recurso a receber”, defende o governador Renato Casagrande (PSB) na mensagem que enviou à Assembleia.
Em sua justificativa, o governador destacou que houve já ações pontuais quanto ao tema, que já foram repassados R$ 400 milhões pela Fundação Renova e que, recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou o novo acordo para reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem da Samarco.
Colatina - Rio Doce com coloração alterada devido lama de rejeitos das barragens rompidas da Samarco em Mariana-MG atingirem seu leito
Homem observa a lama de rejeitos de minérios no Rio Doce, em Colatina, após o desastre provocado pela Samarco Crédito: Vitor Jubini
Segundo Casagrande, este acordo permitirá ao governo do Estado do ES receber, diretamente, R$ 14,8 bilhões por um período de 20 anos, além de R$ 2,3 bilhões para serem repassados ao governo federal na obra de duplicação e melhorias da BR-262.
Casagrande também destacou que o acordo delega ao Estado uma série de ações a serem executadas, como nas áreas de pesca, infraestrutura, reparação ambiental, saúde, saneamento, recuperação econômica e novos projetos, inclusive com pequeno percentual destinado a diferentes regiões do Espírito Santo, além da própria Bacia do Rio Doce.
“A iniciativa suscitada no Projeto de Lei deste processo justamente reflete a necessidade de criar uma estrutura própria e dedicada à aplicação dos recursos do acordo face a sua longa duração de recebimento e execução, bem como o alto volume financeiro, que vai elevar a esta unidade administrativa um dos maiores orçamentos do Estado. É importante que se dê maior agilidade na execução e transparência aos atos, visto que diferentes órgãos de controle deverão monitorar o avanço dessas ações”, diz o projeto.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo.

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