São dois os motivos da interrogação: movimentos grevistas dos servidores do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e da ANP (Agência Nacional do Petróleo). Embora esteja tecnicamente apta para começar a produzir, o navio-plataforma ainda depende de licenças e autorizações dos órgãos que, há meses, não funcionam em plena capacidade.
O objetivo da Petrobras era retirar o primeiro óleo em 2024, mas a situação passou a ser vista como complicada. Notícia ruim para a empresa, claro, e para a economia do Espírito Santo. A produção de petróleo e gás natural respondem por algo perto de 25% do PIB (Produto Interno Bruto) industrial do Estado.