O Mapa do Trabalho Industrial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), confirma os enormes desafios que temos pela frente. Mais de 14 milhões de profissionais precisarão de treinamento, no Brasil, até 2027: 2,2 milhões de formação inicial e 11,8 milhões de treinamento e desenvolvimento. No Espírito Santo, a demanda é por 279,8 mil profissionais. E olha que estamos falando apenas da indústria.
E que segmentos mais vão demandar qualificação no Estado nos próximos dois anos? Cinco respondem por 64% da demanda: logística e transporte puxam a fila, com 77,9 mil. Construção (34,3 mil), manutenção e reparação (25,3 mil), operação industrial (21,8 mil) e metalmecânica (20,3 mil) aparecem na sequência.
Vale também observar outros números levantados pelo Mapa. Sete em cada dez empresas consideram o pensamento analítico como principal habilidade para os trabalhadores, seguido por resiliência, flexibilidade e agilidade. Ferramentas como Inteligência Artificial e big data devem ser as com crescimento mais rápido. Por outro lado, as habilidades tradicionais (destreza manual, resistência, precisão, leitura, escrita e matemática) entrarão em declínio.
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